sexta-feira, 2 de julho de 2021

Você é você igualzinho a você?

Você quase não se olha por isso pouco se vê.

A posição dos seus olhos não permite se olhar, por mais que conheça o interior, que sinta por dentro, não assiste seus movimentos, suas ações, as suas reações diante do outro o que prejudica se reconhecer.

Temos um monte de referências, as incorporamos, podemos ser referência para todo e qualquer outro, menos para nós mesmos.

Sempre se põe em evidência a relação com o outro, quase nunca consigo.

Já reparou que a sua voz quando ouve é diferente da gravada, a percepção da imagem numa fotografia, num vídeo, numa reprodução não parece com você?

Já se olhou no espelho e reparou que o visto é diferente de uma dessas reproduções?

Você não se vê de perto, não se vê de longe, se olha, as vezes, por momentos, mas não conhece sua face, seu corpo inteiro, o seu movimento, o seu andar, o seu olhar.

Não vê as suas mudanças, a transformação, como era ontem, como está hoje, pouco vê a diferença.

Olhar é diferente de ver, ambos dependem do ângulo, da perspectiva, da luz, das sombras, do alcance e potência da visão de quem olha, dos seus conhecimentos, das expectativas, do que há detrás ou antes dos olhos de quem olha, do que se quer enxergar...

Por vezes o outro, parece mais bem lhe conhecer. É verdade, pois ele conhece e reconhece, vê, observa, acompanha.

Tenta fazer um autoretrato, descrever seus traços, se olhar no espelho, em filmes, imagens. Será que você é você o mesmo que os seus olhos não vê?




 É muita saudade, é tanta saudade, é saudade de mais

É vontade de ver, de abraçar, de poder beijar um beijo, é desejo, desejo de jogar a saudade pra lá.

É muita saudade, é tudo saudade, e é só

E sendo só, só, sinto saudade, mas não é só saudade, é também vontade.

Vontade de ver, vontade de ter, de poder abraçar, de encontrar o sorriso, a sorrir ao lado, a sorrir com você, o sorriso de dentro de mim a pra ti sorrir.

É tudo só vontade de não sentir mais saudade.

paradoxalmente igual por ser diferente

 Embora no Brasil a segregação não seja oficialmente reconhecida, assinalada, marcada como, por exemplo, nos EUA, ela existe como “não-dito”, implícita, perceptível nos lugares de pobres e nos de ricos. Ainda, sua nitidez reverbera no processo ancorado por ecos e bases estruturais.

Nos lugares de ricos, os pobres, que adentram, apenas servem aos ricos. Enquanto, nos lugares de pobres os ricos, que adentram, comumente pelos pobres são servidos e, ainda, se servem dos pobres. O mesmo acontece nos lugares comuns, públicos, neutros, que não carregam visíveis as marcas de distinção. Em poucos lugares, sob condições especiais e momentaneamente, não apenas pobres e ricos, mas os inúmeros marcados/identificados/estigmatizados/discriminados, recebem o mesmo trato, não são discriminados, pelo menos explicitamente, mas semelhantes, os iguais que são diferentes.

Ainda, é preciso pensar numa categoria pouco estudada e que sofre todo tipo de estranhamento, a da aparência física, do feio, do tapuia, aqueles que são considerados a margem de padrões estéticos, de incompreendida beleza. Assim, podemos deduzir a distância ser física, mas também simbólica. Está na falta de reconhecimento, na falta de vontade ou oportunidade de conhecer para depois reconhecer. Como disse Djamila Ribeiro, ao comentar uma discriminação, um preconceito, comumente o ator da ação procura encontrar desculpas, argumentos, para se defender quando descoberto, poucos reconhecem imediatamente sua falta, seu preconceito, se retrata e observa a oportunidade de preencher hiatos existenciais, comportamentais.

Ainda, no período que antecedeu a abolição, não raro, forros, libertos, ex-escravizados com mais posses/recursos adquiridos por esforço ou herança mantinham a prática, inscrita e normalizada, na mentalidade da época, de escravizar. Esses, por certo, incorporavam um princípio de distanciamento, do não reconhecimento e da ignorância que faz o outro semelhante, altero, comum e quase igual, ser discriminado por ser como todo mundo diferente.

semelhante

Semelhante é igual e igualmente diferente.

Percebe, entende, corresponde, correlato, comparável, correspondente,

Equivale, parecido, símile, paralelo, parente.

Semelhante é o que sente as mesmas coisas, não exatamente,
é quase, é outro, é ser, é único, é gente.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

...

As vezes queria que as pessoas não me importassem, que comigo não se importassem, acho que seria mais fácil.

Ao sentir elas importarem, achar comigo também se importarem, feliz ou infelizmente não me sinto livre, esse é o preço do apreço, da relação, do amor.

Sei que delas dependo, delas encontro e acho os valores em mim, os significados da minha vida como significado, como razão, como...

Quando eu penso em não querer mais, quando acho não conseguir suportar a dor, dor que dói muito, dói toda hora, não para de doer, lembro não poder simplesmente fazer o que quero, o que preciso, o que... tem tanta gente que preciso respeitar, que preciso não fazer sentir uma suposta dor por eu fazer...

O que me prende é querer pensar que estão presos a mim de alguma forma. 

Nem sei se estão, provavelmente não, mas quero acreditar, e se não estão, quero acreditar...

Pensando bem, acho que só estou preso ao que quero acreditar, e eu quero acreditar que as pessoas que acho amar me amam.

Estamos presos a promessa, a uma ideia de realidade que vive muito mais no desejo de realidade, pelo menos enquanto não pode e não é real.

Eu vou morrer, todo mundo irá, e mesmo a hora que parece não ser a hora, de qualquer forma, é sempre a hora.

A sociedade condena, recrimina, não aprova a ideia de decidirmos. Mas o que fazer, morrer aos poucos, todo dia, sem vontade de continuar apenas vivo por não conseguir viver?

Tá, pode parecer egoísta alguém decidir sozinho se matar, mas é sensacional “não permitir” alguém que sofre sozinho decidir, não é egoísta obrigar fazer o que não se quer e não deixar fazer o que se quer?

Eu morro todo dia ao acordar, mesmo antes de abrir os olhos já sei que será mais um dia em que vou sofrer, vou sentir dor, solidão, vazio e é improvável conseguir sorrir, sentir algo diferente de dor e conseguir a vida viver.
Não aguente mais viver da morte, de morrer todo dia.
Sabe, é muito ruim quando você não é mais o melhor você que você conhece, quando parece ser o pior você que você conhece, quando você nem se conhece, se desconhece.
é muito ruim quando a gente deixa de acreditar, de que vale a pena, de que só dará certo por milagre, por obra do destino. 
deixar de achar que conduz e ter a convicção de que virou passageiro nessa viagem, e que tanto faz, não vai fazer diferença...    

quinta-feira, 24 de junho de 2021

o tempo segue, prossegue, persegue...

O conceito de interseccionalidade, a ideia, a aplicação, nada mais é que o reconhecimento da multiplicidade dos diversos pela multiplicidade de diversos. Ninguém é só o que é, pelo contrário todos, nos mais diferentes cenários somos atores a desempenhar e podermos ser identificados, simultaneamente, por vários aspectos nos plurais papeis assimilados e assumidos. Todo ser é único e suas propriedades são dispostas ao crivo do outro, dos outros. O outro sempre será a régua, aquele que classifica, identifica, conhece, olha outra vez, respeita, reconhece e legitima, em conformidade as suas capacidades, necessidades e limitações em função das relações, afinidades e proximidades, intimidades, ligação.

O indivíduo, por conta da sua natureza diversa, mistura de sensações, saberes, sensibilidades, movido por ações, restrições e reações, por elementos que incitam e excitam racionalidades, objetificações, interesses, objetividade, subjetividade, suas junções e combinações, emoções, estímulos...até o próprio indivíduo, em função de ser muito difícil, talvez impossível, conseguir se conhecer completamente por vezes, atesta, alega, reconhece que não se reconhece em determinadas posturas.  

Mas, o ser humano é mobile, mutável, mutante, muda todo dia, muda todo instante, é influenciado, absorve, reage, por mais que tente reproduzir, apenas transforma e se transforma sempre em algo novo. Um segundo sempre será apenas e só um segundo, pode ser muito parecido, comparável, medido e pesado, com o mesmo material, mas é indelével e nunca será criteriosamente igual. O tempo, é o tempo, é só um e toda ação naquele tempo é única, pode até ser simulada, mas não se recupera. No maior esforço possível, diante dos recursos disponíveis, pode se reproduzir, o que já é diferente de produzir. Assim, tudo é único, nada se repete....

Se o tempo não para e ruma progressivamente para o próximo milésimo, centésimo, decimo, segundo, minuto, hora, dia, semana, mês, ano, para o futuro, que será passado tão logo seja presente, não se pode pará-lo, muito menos faze-lo retroceder, toda ação vai, segue, prossegue e, por mais que repetida, será sempre outra. Volta-se a insistir, o ser humano tenta controlar o tempo, planejar, fazer previsões, prorrogar, estender, mas no máximo consegue criar rotinas, cujos movimentos continuarão sendo únicos e irrecuperáveis. Sempre será diferente em função da inevitável marcha do tempo. É impossível fazer rigorosamente igual ao que já foi feito, mesmo em formas, pois se condiciona ao sabor do tempo e o tempo não para, não volta atrás. Todo dia é diferente, por mais que se encontrem similaridades, as probabilidades de acontecer exatamente a mesma cena, com os mesmos atores, com o mesmo público, com os mesmos sentimentos e sensações é nula. Toda ação é inédita, pode até ser reconstituída, mas o simples fato de reconstituir já a faz diferente. Talvez por isso, o ser humano registra, cria instrumentos para guardar o tempo, para abastecer o estoque de experiencias, dedica os melhores lugares as que julga, por algum tempo, especiais, acumula lembranças, saudades, aprendizados, recorda ações, conteúdos necessários, jamais suficientes, para estudar, conhecer, reconhecer e desenvolver, aprimorar, processos. Sabe que o processo é continuo, progressivo e incontrolável.

domingo, 20 de junho de 2021

solidão

Solidão é quando a gente se olha e não consegue se ver, não consegue se ouvir, se sentir... se encontrar.

Solidão é a mais completa escuridão, é o momento que a gente não sente sabor, não sente cheiro, não sente falta do que falta, já não faz falta, é quando não se sente, nem pela gente, amor.

Tal vezes

 Não é só aceitação e negação, não é só algoritmo, não é logico, não é binário, tampouco só pares ordenados, sim e não, verso e reverso, positivo e negativo, mas outras formas e representações. Outras, tantas, muitas, que podem surgir da fusão, da soma ou da subtração, da depuração, da aglutinação, da composição, da decomposição, do ajuste, da afinação, da quantidade, da qualidade, da temperatura, da pressão, do tempo, da ação, reação, da relação, do intervalo, do tirar, do por, do repor, da assimilação, da substancialização, da substantivação... Uma energia pode simplesmente anular a outra?

O que é o nulo, o hibrido, o estéril, o... e por aí vai, fica, volta e vai e volta de novo, na circularidade, no movimento continuo que até pode, as vezes o é, mas nem sempre retilíneo e uniforme?

Ao invés de desvalor são capacidades, diminuídas ou amentadas, são outros resultados, outros valores que insurgem da mistura e dão forma a diversidade. Entre um sim e um não, por mais que não se assumam, existem talvez, talvezes. Esse, não assume imediatamente forma, nem é disforme, está entre probabilidades numa infinidade, de possíveis. Tudo depende de vários fatores, quantidades, qualidades, proporções e balanceamentos, das condições de temperatura e pressão, do tempo, de se respeitar a maneira, o modo, o jeito, e assim poder apresar diversos resultados, significados, inclusive equivalentes e equivalências.

O resultado de uma experiencia, irremediavelmente, depende de vários elementos, mas nem sempre é possível, com os mesmos ingredientes e condições, alcançar o mesmo resultado, visto o mundo da vida estar em movimento de ir, vir, voltar, em transformações ocasionadas pela constante ação de energias.

Por mais que a receita de um bolo seja rigorosamente seguida, à risca, o resultado pode, e é bem provável, ser algo bem parecido, mas não será exatamente igual, pois quem faz, manipula, prepara, reproduz, é sempre diferente. E mesmo que esse se ache o mesmo igual, é provável não estar nas mesmas condições, fazer ou usar, sem se dar conta, algo coisa diferente, diverso, semelhante, similar. Como disse Heráclito, “Nenhuma pessoa pode banhar-se duas vezes no mesmo rio... pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, nem tão pouco a pessoa!”.

A fábrica da vida, artesanal e natural, ao contrário da linha de produção com formas, matizes, matrizes, controles, simuladores, simulações, artificiais, aparentemente só com sim e não, dificilmente irá produzir dois resultados rigorosamente iguais, mas uma infinidade de semelhantes, similares, parecidos, talvezes.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

...

Não posso dar o que não tenho, mas o que tenho se faz falta.

A gente desiste da vida ou a vida é que desiste da gente?

terça-feira, 15 de junho de 2021

A fome é de...?

 A fome é de que?

As respostas lançadas ao mundo social, gradativamente, fizeram insurgir novas perguntas a sociedade, aos indivíduos.

O ser humano, tal como é, produto da sociedade e do sistema capitalista, não mais se satisfaz apenas com a régua material, ele precisa sentir-se como um ser.

Ou seja, substantivar a sua representação como elemento participativo, interventor, produtor e reprodutor de um estar permanente como valor.

É muito mais que simplesmente ter dinheiro, ter poder, e poder interferir, mas ser uma espécie de ideia onde o ser transcende ao estar na fundamentação do pensar.

A ambição dessa mentalidade, como anteriores, é a de permanência, continuidade, prolongamento, extensão e essa peculiaridade humana não tolera a morte, pelo contrário, historicamente, ainda sem sucesso, tenta matar a morte, o fim. A solução para sua pretensa atemporalidade, facilitada pelo progresso tecnológico, talvez, possa até se conformar em um “estar disponível” para ser “acessado”. Todavia, como sublinha os esforços de não somente cultivar registros, mas os exercícios de manutenir e avivar memórias, recuperar, conservar e artificialmente, paradoxal, preservar faz reverberar um apenas talvez.

O ser humano desenvolveu e desenvolve capacidades tecno/cientificas que visam, publicitariamente, salvar vidas, mas na realidade por um bem mais precioso que é escapar da mortalidade. 

Assim, obviamente com a valorização de anteriores, o ser humano supervaloriza as suas ações, reações e efeitos através de contribuições a gerações vindouras.

Esse reconhecimento e valorização, dados ao passado, assina a necessidade de um lembrar permanente no presente que, aparentemente, não atina para o futuro e, por não se contentar em ser passado, pretende controlar a escala espaço-tempo. Com esse gesto, reivindica, abruptamente, o lugar da sua bandeira, da sua demanda, da sua necessidade, da sua ambição, inclusive, na política pública. 

Não por acaso os segmentos, fármaco e estético, da indústria química são tão bem sucedidos e o mote de quem mata seja sempre salvar.

O ser humano é desobediente, inconformado ou, mais bem, desrespeitoso. Sua negação a morte, a sua falta de respeito para com a finitude cria esperanças, promessas, muitas embrulhadas em dinheiro e, no mesmo pacote, até “deuses”.    

Embora as recompensas e compensações materiais não sejam negadas, mas percebidas como condição humana estabelecida e sejam naturalizadas, passaram a ocupar a categoria de efeito e não mais de causa. O material é consequência de um ser, é devir. 

Não é a mobilidade social, econômica, embora se faça presente, o motor ativo das ações, mas a busca de prazer, satisfação e permanências no percurso da realização. Percurso esse já compreendido pelo conhecimento prévio de uma estrutura pavimentada a impor dificuldades, percalços, obstáculos, armadilhas, obrigar retrocessos e impedir avanços.  

Essa tomada de consciência excita um desafio manifesto, acende o desejo de movimentar energias, agora como rotor, para vencer e alterar a estrutura. Não basta fazer parte do mecanismo, esse gesto ‘dado’ como oportunidade, ao trazer para perto, sinalizar junção, conceder suposta simetria, passar a percepção de estratégia para esfriar, acalmar, “subornar”, corromper, até dissolver resistências, agora cabe e resta a tentativa de muda-lo.

Assinala um despertar, tardio, para a redução do ser humano ao caráter de coisa, de número/volume, de mão-de-obra e, de uma operação que avança na precarização, inferiorização e substituição do explorado.

Desumanização, desnaturalização... o distanciamento da natureza, daquilo que é natural, oposto do artificial, pinçado da mente humana para conservar, fazer, resultar, também é natural, está no ambiente.

A diferença é que a natureza faz suas formas e conteúdos com perfeição impar a manter o principio da diversidade, da biodiversidade. Por sua vez, o ser humano, também uma criação natural, que se acha racional, tenta simplificar o complexo, assim produzir cópias, imperfeitas... certa forma, isso permite mais indivíduos “saborearem”, “experimentarem”, “conhecerem”, ‘reconhecerem” um pouco de algumas coisas, as selecionadas, as precificadas, as iguais as demais produzidas pela maquinas, maquinadas e artificiais na mente humana.

Em compensação, nessa operação de produzir através de artifícios, imitar, replicar, em vários sentidos, selecionados, levam a exaustão, a extinção, o não selecionado, desconhecidos tratados, quando muito, como resíduos... o problema é que os “resíduos”, respostas ainda sem perguntas, podem ou poderiam ser peças-chave da “maquina” que o “homem” tenta, mas ainda não tem habilitações plenas, para controlar.

Assim, o “homem” no afã de matar a morte, além de todo dia matar a vida, pode estar precipitadamente decretando o seu fim.

Deveríamos parar?

Não sabemos.

Mais que certo é que precisamos pensar mais, fazer o máximo, o possível, o impossível, para não destruir a possibilidade de perguntar.    

Da percepção como encargo, prejuízo e gasto público e do sentido de público, de pertencimento a todos, comum.

 

Maquinas, criadas por explorados cada vez mais atrofiados e monoqualificados, com status de especializados, cujos movimentos/conhecimentos repetitivos se limitam a especialidade, se encarregam, tradicionalmente, das tarefas mais complexas e, gradativamente, ganham mercado na realização das mais simples.     

Não à toa, o mote, o mantra, sempre é acompanhado ritimadamente da palavra ou sinônimos de mudança, simplesmente por compreender ser impossível com a inserção no sistema ter o poder de influenciar o produto final.

O produto final, resultado, será uma sociedade mais humana, posto a evidencia como objetivo, não mais é fruto de ajustes superficiais, mas da presença e preponderância de um novo “modelo de produção”, de uma nova mentalidade, de um novo sistema que, embora reconhecido como solidificado, pode ser mudado gradativamente através de ações e reações sem desprezar inferências.

Há tempos a ideia deixa de ser fazer parte do jogo para ações a propor o jogo.

Alavancas para - Espaços opacos e luminosos – Milton Santos.

Teoria da comunicação – Habermas – virada hermenêutica na teoria critica – visão instrumentalizada das relações sociais e ações humanas.