domingo, 1 de outubro de 2023

O que fazer quando viver não dá mais nenhum prazer?

Eu tenho me perguntando, muitas vezes, qual graça tem viver?

Não sei se a vida acaba, mas viver perde a graça, o encanto.

E não adianta chorar, esperar, tampouco desesperar, a hora chega quando tiver que chegar.

A gente até tenta negar, mas dá para perceber que sorrateiramente, silenciosamente, há tempos, ela chega.

Teoricamente, é muito antes da hora chegar.

E, na verdade, nem é hora, é o imprevisível momento que menos se espera, e sempre chega sem menos esperar.

E nada importa, invariavelmente, sempre haverá um futuro que termina antes de começar.

É louco.

Seja ontem, amanhã, daqui a pouco, a hora é sempre um agora.

Não tenho medo de partir, de me transformar, ter o meu corpo decomposto e se recompor para assumir outras formas, deixar de ser inteiro, partes ser.

Só sinto saudade, mesmo antes da metarmofose acontecer.

Sinto muita saudade de quem se foi e não voltou, do que não foi, do que não pôde ser, do quê, não aconteceu, e agora sei, não acontecerá.

Não queria que chorassem, mas se chorarem, quem sou eu para dizer o quê pode ou não fazer?

Também, acho que não fará diferença ser ou não lembrado, ser ou não esquecido, ser ou não, o fim, enfim.

As vezes acho fazer tempo, algum tempo, que morri.

Morri várias vezes, quando as vidas disseram não, e queria achar poder um sim ser.

Não é morrer, de verdade, é quando a gente acha que nada ninguém nunca mais irá dizer.

De verdade, seria menos difícil não fossem, é só quando as pessoas importantes deixam de ser fundamentais.

Tenho chorado demais, e sei os motivos.

Talvez, o maior de todos, é que muitas vezes achei, gosto de achar, ser a última vez que veria, estaria, sorriria, choraria, conviveria, ria, ria, ria… com alguém, com algumas pessoas…choro agora por achar que está chegando a hora de não mais só achar…

Não é a solidão, fora sentir a dor de perder quem amo, e amor não acaba, meu outro maior medo é da certeza…já disse, mas nunca é demais reiterar, sempre preferia achar…e mais importante do que saber responder, é perguntar!







 Não esqueço as inúmeras vezes que a noite, a madrugada, não acabava.

Depois da noite, da madrugada, desesperada, via que o dia amanhecia, e a solidão perdurava.

Depois do bar, do restaurante, da boate, da festa, da "noite", as pessoas iam para suas casas, e eu ainda tinha horas solitárias a esperar.

Depois de andar, sozinho, esperava o ônibus chegar.

Depois esperava no ônibus ele saír, só partem de hora em hora.

Depois dessa espera, esperava vencer a distância e atravessar o percurso, um longo caminho, até minha distante casa.

As vezes o sono, o cochilo de um sozinho no coletivo, ainda fazia o trajeto ser mais longo. Muitas vezes precisei caminhar por quase horas para voltar ao ponto onde deveria parar.

Imaginava a quantas horas as pessoas, amigas e amigos, já estariam seguras, confortáveis e, provavelmente, dormindo.

Ou, o que deveriam ter feito após eu seguir e não mais estarmos juntos.

Só depois de muitas horas, finalmente, conseguia chegar.

Muitas vezes ouvia minha mãe perguntar algo, conversar alguma coisa, fazer um carinho, dar um beijo, um abraço, ou ir olhar, conferir eu estar no quarto, na cama…se dizer preocupada e só conseguir dormir quando sabia estar.

Várias vezes pensei: são duas horas para ir, sem contar a preparação, tomar o banho que, ao chegar no lugar, já estava vencido, sem nenhum frescor, fumado, desperfumado, seco…e, ainda mais de duas horas para voltar, bêbado e, respeitando a escassez dos transportes, tentando adivinhar qual a menos pior opção para vencer as longas distâncias, as baldeações, enfim… com todos esses obstáculos, será que valeria mesmo a pena sair de casa?

Mas, o fazia, sabia da viagem, o preço a pagar para encontrar, para junto estar, para sorrir, e na volta só, poder pensar, refletir sobre o que aconteceu, sobre o que não aconteceu, sobre o que queria que acontecesse.

Ia para viver experiências, os encontros, construir memórias, compartilhar histórias, estar acompanhando e ser companhia.

Mas, sabe o que acontecia?

Eu viajava sozinho para, por algum momento, não me sentir sozinho, mas tantas vezes, a maioria, me sentia.

Não só na ida e na volta, mas o tempo todo, a emoção, o sentimento, a sensação são exclusivas, são pessoais, individuais…e só gente sabe o tamanho indecente da dor que a gente sente.

Que seguramente dói muito mais do que consegue transmitir a palavra.

Eu demorei muito tempo para aceitar a solidão.

Aceitar, aceitar, não sei se aceitei, se consigo ou conseguirei.

Mas hoje a distância é muito maior.

É aínda mais difícil de encontrar, muita gente não pode, tem outros compromissos, outras prioridades, ou não faz questão de estar no mesmo lugar.

Quase tão mais difícil, e mais caro, que ir e voltar é algo poder acontecer…e a distância provoca infindáveis e incontroláveis tantas horas de solidão.

E, finalmente, quando em casa chegar, não tem ninguém a esperar para dizer algo, para fazer um carinho, para abraçar, certificar se cheguei, estarei como sempre sozinho, só eu comigo mesmo e a solidão.

Sendo assim, será que vale a pena?

Se é para tudo ficar como está, na maioria das vezes prefiro ne

m arriscar, nem tentar.



Final Feliz.
Não é incomum questionar se existe final feliz.
Talvez até seja corriqueiro achar finais felizes existirem apenas nos contos, em estórias.
A história na realidade segue, prossegue, e cada personagem vive e vivencia sucessivas experiências.
Então seria mais pertinente, preciso, perguntar: existe final?
Ao recorrer a teorias, bem fundamentadas, como, por exemplo, "nenhuma energia pode ser criada ou destruída", não dá para pensar em final, só na transformação.
Pessoas, energias, vivem uma vida toda sob o ritmo de metamorfoses, enquanto ser vivo ela se transforma e vê o mundo mudar. Até depois do seu último sopro, nessa condição que chamamos de vida, continua a ser matéria, energia em transformação.
Não se sabe exatamente como, o que, nem aonde, mas não é absurdo dizer se tornar moléculas, átomos, proteínas, nitritos, nitratos, substratos, elementos, alimentos, organismos que alimentam organismos, fecundar a terra, enriquecer a água, flutuar no ar.
Enfim, energias que, se transformam, a energizar.
Dá para parar e pensar, o que deve ter no ar? …na água, rizomas, raízes, tubérculos, caules, folhas, flores, frutos, nos animais, no que ingerimos, comemos, bebemos?
Tem um monte de pedacinhos, partículas, energias, elementos, dos quais exatamente pouco ou nada sabemos.
Aí volto a perguntar, embora não saiba se pode ou não pode ser feliz, se é o caminho, o destino, natural, afinal será que há final?
A nossa tristeza é por pensar em perder uma companhia que quando ainda existia, no plano material, não se fazia tanta questão de ter.
Nossa tristeza é por achar perder quem a gente achava que nos achava importante.
Nossa tristeza é por, alguns minutos, achar que nos deixou sozinhos.
Nossa tristeza é por não mais poder ver, olhar, ouvir, tocar…por não compreender apenas se transformar naquilo que ainda não somos, mas seremos…pois o que será, será, e no final não importa rir, se não pode sentir, não adianta chorar.

A vida muda?

Não sei, às vezes sim, acho.

Só às vezes, mas sempre "era uma vez".

A natureza, da natureza, é mutante, e o ser só é o mesmo por instantes.

A cada piscada, de olho, células, moléculas, átomos, energias entram e saem do ser, se movem para outro estado de estar.

Antes, durante, depois, acordados e dormindo, somos matéria em recomposição.

Obra inacabada, que não acaba mesmo quando acha acabar, objetos da mudança, prisioneiros da transformação.

Na realidade essa é nossa única certeza, acho, a vida seguir a se metamorfosear.

Quem, com, fusão.

Mudanças, bailar de energias, chamamos vida, onde personagens, pessoas, seres, entram e saem, se alternam, assumem importâncias, valências, prioridades.

Compartilham protagonismos, todos temporários, para generosamente o viver ser acima de tudo flutuar, ao tempo, conduzidos por elos, elas, eles, correntes, ventos, ar.

Nesse movimento constante, mutante, mente, imutável, pessoas, acompanhantes, encontros de longos períodos, de uma vida curta, que passa rápido.

Outras, companheiras, na eternidade do instante, vivem na memória ou noutro lugar que não dá para entender, não dá explicar.

Por certo, acho, é difícil dizer se existe a mais importante… se poderia?

…pode ser uma, antes de dormir, e ao acordar já pode não ser.

Só o que se viveu e se vive é e foi, e o a viver não dá para saber, tudo só existe nos diversos agoras, passados e presentes…viver é achar, acho.

Pensando bem, todos importam, colaboram nos encontros, de energias, nas infindáveis transformações.

Algumas delas a gente gosta tanto, que nunca é demais, parece não escutar o tic-tac do tempo que passa passar.

A gente simplesmente não sente o relógio contar, se perde na viagem, tudo é fluido, os momentos não saem da gente, permanecem no mesmo lugar…no fundo sabe se modificar, enquanto a gente também, mas é só a vida seguindo…e na balança dos afetos o "peso" se mantém, o mesmo valor, embora mude e se mude, a gente sente nada ser diferente…por elas o sentimento, que não se acha ser semeado, mas foi, acontece, floresce e faz nascer um fugir para o lugar do achar não mudar.

Acho que certo ou errado não há, sei que andar sozinho, sem alguém ao lado, não é bom, por isso lembro, não esqueço, penso e sinto, ah, saudade.

Enquanto as emoções duram ninguém vaga vazio pelas pedras, pelos espinhos, espalhados nos caminhos do viver.

Emoções e sentimentos se transformam e conseguem nos transformar, também as dificuldades, adversidades, em grandes histórias que podem ser contadas com sorrisos, lágrimas, sentimentos e emoções…

Espero que você ainda mude muito, mas para mim sempre será energia, a personagem que várias vezes não se vê, mas está na vida, que dizem ser minha, ser sua, ser de alguém, mas é nossa, e nossa quer dizer de todo mundo…para nos momentos precisos, entrar em cena, brilhar, fazer o sorriso, o choro, alegre ou triste…fazer a emoção, o sentimento, serem únicas provas vivas, materiais e concretas, de o ser estar vivo, a viver, ao se transformar.



quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Ontem eu chorei…

Porque, pra ser sincero, não sei.

E será, que sempre será preciso justificar alguma razão para chorar?

Ontem foi só mais uma, das tantas vezes que chorei e, mais uma vez, ninguém viu.

Não tinha ninguém por perto, ninguém a olhar, ninguém viu, ninguém verá, ninguém a perguntar, só eu.

E parei a pensar, será por isso, será?

Pode ser.

Pode ser a solidão, pode ser por achar que ninguém se importa, não com as lágrimas, mas comigo.

Tenho chorado tanto, tenho chorado muito, tenho chorado sozinho.

Mas também não quero que me vejam chorando, por isso nas poucas vezes que estou com pessoas, sorria.

Continuo, com o mesmo vazio, no peito, achando que ninguém se importa…

E admito, elas tem razão, eu também não quero que elas me vejam chorar, me vejam vazio a interpretar, eufemismo para fingimento.

Mas, se elas não se importam comigo, e pra mim são importantes, como posso comigo me importar?

As vezes eu queria vivê-las, que é completamente diferente de somente ver.

Queria que elas me vivessem e não somente me vissem, a sorrir e a chorar.

Parece que tudo perdeu a importância.

Eu não sei mais nada, eu não conheço mais ninguém, reconheço, mas conhecer é diferente.

Não sei mais das suas viagens, dos seus passeios, dos seus anseios, dos seus sorrisos, das suas lágrimas, e queria.

Sempre falei muito de amor, mas não sei se soube amar.

Amar pode ser completamente diferente do que eu penso, do que pensei, do que vou pensar.

As vezes acho que é sentimento compartilhado.

Noutras, acho que só tem um lado.

Na maioria acho ser nada precisar fazer, ter…

Ninguém ama ninguém por beleza, por gentileza, por reciprocidade, por importância, por interesse, embora interesse, importe.

A gente ama por sentir prazer, tem satisfação, por amar até quem a gente acha que nunca vai nos dar o amor.

Por isso acho que amar parte de si, e ninguém precisa ver, saber, possivelmente nem sentir.

Acho que choro por achar que estou condenado a só sonhar com o amor que nunca vai me encontrar, e não é culpa de ninguém, nem do amor, do amor que nunca vai me amar.

As vezes queria mandar mais mensagens, outras músicas, mas acho não adiantar, pois não é só para ler ou escutar, e não adianta nada se não vai te tocar.

O que digo, da minha forma, só pra mim faz sentido, só a mim toca.

Assim, é inútil tentar que compreenda o que não dá para explicar.

Não sei a quanto tempo te amo, só sei que não importa o tempo, importa é te amar.

 

A natureza é extraordinária.

Tudo natural é único, individual, diverso e também plural, mas nunca igual, é extraordinário.

Apenas o artificial, enFormado, posto num molde, numa forma, é obrigado a abandonar a sua não forma e assumir um padrão.

As instituições, feitas por pessoas também ímpares, para controlar os indivíduos usam leis, abusam de regras, condicionamentos e tentam limitar, tolir, particularidades para padronizar personalidades e homogeneizar a sociedade.

Elas são incapazes, ou acha mais simples, “cuidar”, controlar o todo como um fosse.

Por isso se esforça em tentar fazer ser o que não é.

O que interessa é que respondam, que correspondam, que sejam submissos, não que questionem, perguntem, interroguem…

Educar não é ajudar a responder, mas a perguntar.

A gente nasce assim, perguntando e descobrindo, perguntando sobre a vida, sobre o mundo.

E de hora para outra somos obrigados a não mais perguntar, como se já soubéssemos tudo.

Mas não podemos culpar as pessoas por não saberem dar respostas, elas só aprenderam o que queriam que aprendessem, só descobriram um suficiente para parar, para se acharem autossuficientes e deixarem de perguntar.

Quem quer manipular, controlar, sabe que muitas coisas não se deve saber.


sábado, 2 de setembro de 2023

É curioso como todo dia o eu de ontem se transforma e acorda outra pessoa.

É quase a mesma, mas bem diferente, muito diferente de um efêmero eu de hoje.

Ontem escrevi umas bobagens, para te enviar, daquelas que dão parabéns, desejam saúde, sorrisos, sucesso… sobre saudade…sentimento sentido, mas protocolar.

O foda é que eu dormi e o diferente que acordou decidiu reescrever…

E diariamente não é diferente…

Todo dia tudo muda e só, o suficiente para reconhecer a gente demora mais um pouco, não muito, a mudar…se transformar…

Tudo muda, não tem como evitar…

O pensamento não é o mesmo, a necessidade não é a mesma, as expectativas…e, embora possa não parecer, só as experiências e o amor são…

…ainda não conclui a reflexão, e agora não vai dar, amanhã, depois de amanhã, depois de depois…o eu que acordar, talvez, tentará…ou não.

O eu que sou, hoje, manda parabéns ao você, que também se transforma…mas uma parte importante dos diversos eu, há tempos, acorda e sabe amar o que foi, é, e até o que será você.

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

A gente precisa compreender que só existe eu se existir você.

O outro não é só fundamental, é referência, é parte vital.

Sem o outro não há vida, nem sonhos desejos, não existe chegada, caminho, e partida. Não existe beijo, não dá para se abraçar, e quando a gente se toca não provoca descargas intensas, nem os excelentes curtos circuitos.

Tudo perde a cor, o tom, a medida, o sabor.

Sem o outro talvez se possa odiar, o fato de estar sozinho, por não ter ninguém para amar.

A gente não pode nunca esquecer, que o encontro de outro com outra, ou de outra com outro, é que faz nascer.

É tão ridículo o que a vida faz com a gente, o que faz o capitalismo.

Nos ensina egoísmo, a assumir compromissos capitalizados, a vender o tempo, a vida, a adiar o prazer, a só pensar na gente, nos nossos problemas, e deixar de viver o encontro, o convívio, coloca os seres humanos em segundo plano para, dizem, sobreviver…

Primeiro vem o dinheiro, a vontade de quem nos paga, só depois pensamos e damos atenção as pessoas, ao outro que nos faz viver…

Marx tem razão…

Segundo a minha teoria o altruísmo é egoísta, o ser humano não se importa em fazer o bem, talvez em não fazer mal, mas no fundo ele quer sentir prazer…sente prazer em ajudar, em abrir mão, em ser generoso, e quando isso faz, no fundo pensa mais em si…que no outro.

Próprios de uma condição humana onde a excessão, habitualmente, parece regra.


Educar é encontrar o que ninguém consegue perceber, mas sabemos haver...

A história não respeita ou obedece regras, fórmulas, receitas…a história, como assina …acontece.

O fato histórico é uma manifestação da…


O dinheiro é importante, sobretudo diante da lógica e mentalidade atual, impõe limites, mas não impede a mente criativa, o estímulo a participação, o entendimento que aproximações facilitam arranjos complementares…isso faz lembrar, um professor que longe das condições financeiras, materiais, tecnológicas, ajudou a desenvolver um festival folclórico, realizado anualmente, onde desde a década de 1970 são exercitados princípios elementares da inter e transdisciplinaridade, Gross modo, das metodologias …a sua principal contribuição reside no objetivo de formar de cidadãos…como o ex aluno que redige esse trabalho…

Não é possível medir ou avaliar a razão desse feito, as motivações, por amor a arte, aos alunos, a profissão, a escola, a educação ou a todos, até ao perguntar o professor…

Independente da sua resposta, através tentativas, acertos e erros, observou as dificuldades e percorreu caminhos, encontrou soluções, e com o experimento, da qual tantos fazem parte, ensina, mesmo pretéritamente, a aprender…

Em suma, não temos respostas sem perguntas, e essas são ricas em situações adversas…para exemplificar, a tragédia pandemica que assolou o mundo, no passado recente, impulsionou respostas recordes na busca de soluções para que as perdas de vidas não fossem ainda maiores que os absurdos números registrados…


A escala…não diferente, mas numa escala distinta…


O caso brasileiro é redimensionado em função da escala…

Complexidade de um país continental com mais de 200 milhões de habitantes…particularidades, peculiaridades…inerente… número de pessoas em condição de vulnerabilidade….linha da pobreza, miséria…


País continental… acesso a lugares de memória é privilégio…

Diferença entre educação, formação, ensino, cultura…


Longe de tentar fugir da proposta formulada…solicitada…


Deleuze e Guattari… educação e entretenimento…ou prazer…

Incorporar novas tecnologias segue a esse viés, não retira o caráter de responsabilidade, mas esconde seu lado sisudo, cansativo, enfadonho e o reveste os para proporcionar satisfação…diversão, alegria em aprender…

Diacrônico…sincroniza, ajuste fino entre as realidades sociais e escolares…

Ensino e comunicação…


Nós, imigrantes do mundo analógico para o digital…

As grandes inovações, transformações, introduções, tal qual a atual inteligência artificial, causam polêmicas, insegurança e incertezas, incômodos, estranhamento por desconhecimento, por ainda não termos respostas comportamentais, naturalizadas, tampouco e, principalmente, as perguntas possíveis de formular…a novidade…


O que move o ser humano, independente de quem ou o quê, é o amor.

O único combustível capaz de mover o ser humano…é o amor.

O amor pelo outro, pelo ofício ou profissão, pela satisfação do prazer, pela …


As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz. Maria Montessori


“Educação não é competição, não é uma vaga no mercado de trabalho. ”John Kuallquer


Meu bem, meu mal…Caetano…



 Com o passar do tempo a gente envelhece, ganha em experiências e perde a coragem dos inocentes.

A nova geração, não sei se feliz ou infelizmente, é ensinada e aprende, mais imagem e menos imaginação.

Mais comprar e vender, aquisição, ao invés de plantar, cultivar, colher, fazer, dividir, repartir, compartilhar…

E ninguém consegue entender que o meu pensamento não é meu, até é, mas é também seus, os sentimentos são nossos.

É preciso corrigir a rota, diminuir a individualidade do indivíduo, e isso não quer dizer interferir na sua autonomia, no seu exckusivismo, na sua…mas, estimular a complementaridade, fazer entender que o todo é feito de partes, que a somatória é sempre maior e provavelmente melhor.

Que cada elemento tem algumas propriedades, e ao combinar com outras, de outras pessoas, resultam em outras, novas, diversas composições, em mais de uma resposta, em mais de uma pergunta…

Não há fórmula impossível ao se combinar, e a vida humana tá aí para provar…a combinação dos elementos diversos da nossa mãe e do nosso pai, sob diferentes condições, de temperatura e pressão, resulta, resultou e resultará em seres semelhantes, parecidos, as vezes até contundidos como idênticos, mas não são. São distintos, diversos, jamais iguais…apenas parecidos, semelhantes…nada menos, nada mais, e isso não é nada demais…

Simbiose, o

smose…o