A natureza é extraordinária.
Tudo natural é único, individual, diverso e também plural, mas nunca igual, é extraordinário.
Apenas o artificial, enFormado, posto num molde, numa forma, é obrigado a abandonar a sua não forma e assumir um padrão.
As instituições, feitas por pessoas também ímpares, para controlar os indivíduos usam leis, abusam de regras, condicionamentos e tentam limitar, tolir, particularidades para padronizar personalidades e homogeneizar a sociedade.
Elas são incapazes, ou acha mais simples, “cuidar”, controlar o todo como um fosse.
Por isso se esforça em tentar fazer ser o que não é.
O que interessa é que respondam, que correspondam, que sejam submissos, não que questionem, perguntem, interroguem…
Educar não é ajudar a responder, mas a perguntar.
A gente nasce assim, perguntando e descobrindo, perguntando sobre a vida, sobre o mundo.
E de hora para outra somos obrigados a não mais perguntar, como se já soubéssemos tudo.
Mas não podemos culpar as pessoas por não saberem dar respostas, elas só aprenderam o que queriam que aprendessem, só descobriram um suficiente para parar, para se acharem autossuficientes e deixarem de perguntar.
Quem quer manipular, controlar, sabe que muitas coisas não se deve saber.
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