domingo, 1 de outubro de 2023

Final Feliz.
Não é incomum questionar se existe final feliz.
Talvez até seja corriqueiro achar finais felizes existirem apenas nos contos, em estórias.
A história na realidade segue, prossegue, e cada personagem vive e vivencia sucessivas experiências.
Então seria mais pertinente, preciso, perguntar: existe final?
Ao recorrer a teorias, bem fundamentadas, como, por exemplo, "nenhuma energia pode ser criada ou destruída", não dá para pensar em final, só na transformação.
Pessoas, energias, vivem uma vida toda sob o ritmo de metamorfoses, enquanto ser vivo ela se transforma e vê o mundo mudar. Até depois do seu último sopro, nessa condição que chamamos de vida, continua a ser matéria, energia em transformação.
Não se sabe exatamente como, o que, nem aonde, mas não é absurdo dizer se tornar moléculas, átomos, proteínas, nitritos, nitratos, substratos, elementos, alimentos, organismos que alimentam organismos, fecundar a terra, enriquecer a água, flutuar no ar.
Enfim, energias que, se transformam, a energizar.
Dá para parar e pensar, o que deve ter no ar? …na água, rizomas, raízes, tubérculos, caules, folhas, flores, frutos, nos animais, no que ingerimos, comemos, bebemos?
Tem um monte de pedacinhos, partículas, energias, elementos, dos quais exatamente pouco ou nada sabemos.
Aí volto a perguntar, embora não saiba se pode ou não pode ser feliz, se é o caminho, o destino, natural, afinal será que há final?
A nossa tristeza é por pensar em perder uma companhia que quando ainda existia, no plano material, não se fazia tanta questão de ter.
Nossa tristeza é por achar perder quem a gente achava que nos achava importante.
Nossa tristeza é por, alguns minutos, achar que nos deixou sozinhos.
Nossa tristeza é por não mais poder ver, olhar, ouvir, tocar…por não compreender apenas se transformar naquilo que ainda não somos, mas seremos…pois o que será, será, e no final não importa rir, se não pode sentir, não adianta chorar.

A vida muda?

Não sei, às vezes sim, acho.

Só às vezes, mas sempre "era uma vez".

A natureza, da natureza, é mutante, e o ser só é o mesmo por instantes.

A cada piscada, de olho, células, moléculas, átomos, energias entram e saem do ser, se movem para outro estado de estar.

Antes, durante, depois, acordados e dormindo, somos matéria em recomposição.

Obra inacabada, que não acaba mesmo quando acha acabar, objetos da mudança, prisioneiros da transformação.

Na realidade essa é nossa única certeza, acho, a vida seguir a se metamorfosear.

Quem, com, fusão.

Mudanças, bailar de energias, chamamos vida, onde personagens, pessoas, seres, entram e saem, se alternam, assumem importâncias, valências, prioridades.

Compartilham protagonismos, todos temporários, para generosamente o viver ser acima de tudo flutuar, ao tempo, conduzidos por elos, elas, eles, correntes, ventos, ar.

Nesse movimento constante, mutante, mente, imutável, pessoas, acompanhantes, encontros de longos períodos, de uma vida curta, que passa rápido.

Outras, companheiras, na eternidade do instante, vivem na memória ou noutro lugar que não dá para entender, não dá explicar.

Por certo, acho, é difícil dizer se existe a mais importante… se poderia?

…pode ser uma, antes de dormir, e ao acordar já pode não ser.

Só o que se viveu e se vive é e foi, e o a viver não dá para saber, tudo só existe nos diversos agoras, passados e presentes…viver é achar, acho.

Pensando bem, todos importam, colaboram nos encontros, de energias, nas infindáveis transformações.

Algumas delas a gente gosta tanto, que nunca é demais, parece não escutar o tic-tac do tempo que passa passar.

A gente simplesmente não sente o relógio contar, se perde na viagem, tudo é fluido, os momentos não saem da gente, permanecem no mesmo lugar…no fundo sabe se modificar, enquanto a gente também, mas é só a vida seguindo…e na balança dos afetos o "peso" se mantém, o mesmo valor, embora mude e se mude, a gente sente nada ser diferente…por elas o sentimento, que não se acha ser semeado, mas foi, acontece, floresce e faz nascer um fugir para o lugar do achar não mudar.

Acho que certo ou errado não há, sei que andar sozinho, sem alguém ao lado, não é bom, por isso lembro, não esqueço, penso e sinto, ah, saudade.

Enquanto as emoções duram ninguém vaga vazio pelas pedras, pelos espinhos, espalhados nos caminhos do viver.

Emoções e sentimentos se transformam e conseguem nos transformar, também as dificuldades, adversidades, em grandes histórias que podem ser contadas com sorrisos, lágrimas, sentimentos e emoções…

Espero que você ainda mude muito, mas para mim sempre será energia, a personagem que várias vezes não se vê, mas está na vida, que dizem ser minha, ser sua, ser de alguém, mas é nossa, e nossa quer dizer de todo mundo…para nos momentos precisos, entrar em cena, brilhar, fazer o sorriso, o choro, alegre ou triste…fazer a emoção, o sentimento, serem únicas provas vivas, materiais e concretas, de o ser estar vivo, a viver, ao se transformar.



quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Ontem eu chorei…

Porque, pra ser sincero, não sei.

E será, que sempre será preciso justificar alguma razão para chorar?

Ontem foi só mais uma, das tantas vezes que chorei e, mais uma vez, ninguém viu.

Não tinha ninguém por perto, ninguém a olhar, ninguém viu, ninguém verá, ninguém a perguntar, só eu.

E parei a pensar, será por isso, será?

Pode ser.

Pode ser a solidão, pode ser por achar que ninguém se importa, não com as lágrimas, mas comigo.

Tenho chorado tanto, tenho chorado muito, tenho chorado sozinho.

Mas também não quero que me vejam chorando, por isso nas poucas vezes que estou com pessoas, sorria.

Continuo, com o mesmo vazio, no peito, achando que ninguém se importa…

E admito, elas tem razão, eu também não quero que elas me vejam chorar, me vejam vazio a interpretar, eufemismo para fingimento.

Mas, se elas não se importam comigo, e pra mim são importantes, como posso comigo me importar?

As vezes eu queria vivê-las, que é completamente diferente de somente ver.

Queria que elas me vivessem e não somente me vissem, a sorrir e a chorar.

Parece que tudo perdeu a importância.

Eu não sei mais nada, eu não conheço mais ninguém, reconheço, mas conhecer é diferente.

Não sei mais das suas viagens, dos seus passeios, dos seus anseios, dos seus sorrisos, das suas lágrimas, e queria.

Sempre falei muito de amor, mas não sei se soube amar.

Amar pode ser completamente diferente do que eu penso, do que pensei, do que vou pensar.

As vezes acho que é sentimento compartilhado.

Noutras, acho que só tem um lado.

Na maioria acho ser nada precisar fazer, ter…

Ninguém ama ninguém por beleza, por gentileza, por reciprocidade, por importância, por interesse, embora interesse, importe.

A gente ama por sentir prazer, tem satisfação, por amar até quem a gente acha que nunca vai nos dar o amor.

Por isso acho que amar parte de si, e ninguém precisa ver, saber, possivelmente nem sentir.

Acho que choro por achar que estou condenado a só sonhar com o amor que nunca vai me encontrar, e não é culpa de ninguém, nem do amor, do amor que nunca vai me amar.

As vezes queria mandar mais mensagens, outras músicas, mas acho não adiantar, pois não é só para ler ou escutar, e não adianta nada se não vai te tocar.

O que digo, da minha forma, só pra mim faz sentido, só a mim toca.

Assim, é inútil tentar que compreenda o que não dá para explicar.

Não sei a quanto tempo te amo, só sei que não importa o tempo, importa é te amar.

 

A natureza é extraordinária.

Tudo natural é único, individual, diverso e também plural, mas nunca igual, é extraordinário.

Apenas o artificial, enFormado, posto num molde, numa forma, é obrigado a abandonar a sua não forma e assumir um padrão.

As instituições, feitas por pessoas também ímpares, para controlar os indivíduos usam leis, abusam de regras, condicionamentos e tentam limitar, tolir, particularidades para padronizar personalidades e homogeneizar a sociedade.

Elas são incapazes, ou acha mais simples, “cuidar”, controlar o todo como um fosse.

Por isso se esforça em tentar fazer ser o que não é.

O que interessa é que respondam, que correspondam, que sejam submissos, não que questionem, perguntem, interroguem…

Educar não é ajudar a responder, mas a perguntar.

A gente nasce assim, perguntando e descobrindo, perguntando sobre a vida, sobre o mundo.

E de hora para outra somos obrigados a não mais perguntar, como se já soubéssemos tudo.

Mas não podemos culpar as pessoas por não saberem dar respostas, elas só aprenderam o que queriam que aprendessem, só descobriram um suficiente para parar, para se acharem autossuficientes e deixarem de perguntar.

Quem quer manipular, controlar, sabe que muitas coisas não se deve saber.


sábado, 2 de setembro de 2023

É curioso como todo dia o eu de ontem se transforma e acorda outra pessoa.

É quase a mesma, mas bem diferente, muito diferente de um efêmero eu de hoje.

Ontem escrevi umas bobagens, para te enviar, daquelas que dão parabéns, desejam saúde, sorrisos, sucesso… sobre saudade…sentimento sentido, mas protocolar.

O foda é que eu dormi e o diferente que acordou decidiu reescrever…

E diariamente não é diferente…

Todo dia tudo muda e só, o suficiente para reconhecer a gente demora mais um pouco, não muito, a mudar…se transformar…

Tudo muda, não tem como evitar…

O pensamento não é o mesmo, a necessidade não é a mesma, as expectativas…e, embora possa não parecer, só as experiências e o amor são…

…ainda não conclui a reflexão, e agora não vai dar, amanhã, depois de amanhã, depois de depois…o eu que acordar, talvez, tentará…ou não.

O eu que sou, hoje, manda parabéns ao você, que também se transforma…mas uma parte importante dos diversos eu, há tempos, acorda e sabe amar o que foi, é, e até o que será você.

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

A gente precisa compreender que só existe eu se existir você.

O outro não é só fundamental, é referência, é parte vital.

Sem o outro não há vida, nem sonhos desejos, não existe chegada, caminho, e partida. Não existe beijo, não dá para se abraçar, e quando a gente se toca não provoca descargas intensas, nem os excelentes curtos circuitos.

Tudo perde a cor, o tom, a medida, o sabor.

Sem o outro talvez se possa odiar, o fato de estar sozinho, por não ter ninguém para amar.

A gente não pode nunca esquecer, que o encontro de outro com outra, ou de outra com outro, é que faz nascer.

É tão ridículo o que a vida faz com a gente, o que faz o capitalismo.

Nos ensina egoísmo, a assumir compromissos capitalizados, a vender o tempo, a vida, a adiar o prazer, a só pensar na gente, nos nossos problemas, e deixar de viver o encontro, o convívio, coloca os seres humanos em segundo plano para, dizem, sobreviver…

Primeiro vem o dinheiro, a vontade de quem nos paga, só depois pensamos e damos atenção as pessoas, ao outro que nos faz viver…

Marx tem razão…

Segundo a minha teoria o altruísmo é egoísta, o ser humano não se importa em fazer o bem, talvez em não fazer mal, mas no fundo ele quer sentir prazer…sente prazer em ajudar, em abrir mão, em ser generoso, e quando isso faz, no fundo pensa mais em si…que no outro.

Próprios de uma condição humana onde a excessão, habitualmente, parece regra.


Educar é encontrar o que ninguém consegue perceber, mas sabemos haver...

A história não respeita ou obedece regras, fórmulas, receitas…a história, como assina …acontece.

O fato histórico é uma manifestação da…


O dinheiro é importante, sobretudo diante da lógica e mentalidade atual, impõe limites, mas não impede a mente criativa, o estímulo a participação, o entendimento que aproximações facilitam arranjos complementares…isso faz lembrar, um professor que longe das condições financeiras, materiais, tecnológicas, ajudou a desenvolver um festival folclórico, realizado anualmente, onde desde a década de 1970 são exercitados princípios elementares da inter e transdisciplinaridade, Gross modo, das metodologias …a sua principal contribuição reside no objetivo de formar de cidadãos…como o ex aluno que redige esse trabalho…

Não é possível medir ou avaliar a razão desse feito, as motivações, por amor a arte, aos alunos, a profissão, a escola, a educação ou a todos, até ao perguntar o professor…

Independente da sua resposta, através tentativas, acertos e erros, observou as dificuldades e percorreu caminhos, encontrou soluções, e com o experimento, da qual tantos fazem parte, ensina, mesmo pretéritamente, a aprender…

Em suma, não temos respostas sem perguntas, e essas são ricas em situações adversas…para exemplificar, a tragédia pandemica que assolou o mundo, no passado recente, impulsionou respostas recordes na busca de soluções para que as perdas de vidas não fossem ainda maiores que os absurdos números registrados…


A escala…não diferente, mas numa escala distinta…


O caso brasileiro é redimensionado em função da escala…

Complexidade de um país continental com mais de 200 milhões de habitantes…particularidades, peculiaridades…inerente… número de pessoas em condição de vulnerabilidade….linha da pobreza, miséria…


País continental… acesso a lugares de memória é privilégio…

Diferença entre educação, formação, ensino, cultura…


Longe de tentar fugir da proposta formulada…solicitada…


Deleuze e Guattari… educação e entretenimento…ou prazer…

Incorporar novas tecnologias segue a esse viés, não retira o caráter de responsabilidade, mas esconde seu lado sisudo, cansativo, enfadonho e o reveste os para proporcionar satisfação…diversão, alegria em aprender…

Diacrônico…sincroniza, ajuste fino entre as realidades sociais e escolares…

Ensino e comunicação…


Nós, imigrantes do mundo analógico para o digital…

As grandes inovações, transformações, introduções, tal qual a atual inteligência artificial, causam polêmicas, insegurança e incertezas, incômodos, estranhamento por desconhecimento, por ainda não termos respostas comportamentais, naturalizadas, tampouco e, principalmente, as perguntas possíveis de formular…a novidade…


O que move o ser humano, independente de quem ou o quê, é o amor.

O único combustível capaz de mover o ser humano…é o amor.

O amor pelo outro, pelo ofício ou profissão, pela satisfação do prazer, pela …


As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz. Maria Montessori


“Educação não é competição, não é uma vaga no mercado de trabalho. ”John Kuallquer


Meu bem, meu mal…Caetano…



 Com o passar do tempo a gente envelhece, ganha em experiências e perde a coragem dos inocentes.

A nova geração, não sei se feliz ou infelizmente, é ensinada e aprende, mais imagem e menos imaginação.

Mais comprar e vender, aquisição, ao invés de plantar, cultivar, colher, fazer, dividir, repartir, compartilhar…

E ninguém consegue entender que o meu pensamento não é meu, até é, mas é também seus, os sentimentos são nossos.

É preciso corrigir a rota, diminuir a individualidade do indivíduo, e isso não quer dizer interferir na sua autonomia, no seu exckusivismo, na sua…mas, estimular a complementaridade, fazer entender que o todo é feito de partes, que a somatória é sempre maior e provavelmente melhor.

Que cada elemento tem algumas propriedades, e ao combinar com outras, de outras pessoas, resultam em outras, novas, diversas composições, em mais de uma resposta, em mais de uma pergunta…

Não há fórmula impossível ao se combinar, e a vida humana tá aí para provar…a combinação dos elementos diversos da nossa mãe e do nosso pai, sob diferentes condições, de temperatura e pressão, resulta, resultou e resultará em seres semelhantes, parecidos, as vezes até contundidos como idênticos, mas não são. São distintos, diversos, jamais iguais…apenas parecidos, semelhantes…nada menos, nada mais, e isso não é nada demais…

Simbiose, o

smose…o

Agora eu acho que entendo.

Quando falta vontade de viver.

Um dia a gente acorda e não sente mais prazer.

É tudo enfadonho, até se tenta, mas não consegue se enganar.

Desesperança, desespera, a dor, desgraça, perdeu a graça, e não se quer mais esperar.

Saber que tudo que poderia ser, não será.

E não importa, não tem conserto, não dá pra consertar.

Não importa, nada nem ninguém vai bater a porta, chamar no portão.

Toca, mas não faz canção.

Toca, mas não bate, só por bater, o coração.

Toca, mas não faz dançar.

Toca, mas tanto faz, não tem força pra tocar.

Não vive, sobre vive, não há vida, não pode convidar.

E se convidam, não tem vida, não dá para vivenciar…compartilhar.

Não é só tristeza, não é só desânimo, não é só vontade, é um hiato, um vazio, um algo misturado com tudo, cuja soma é nada.

É o que se sente e não dá para sentir.

Sinto muito, é um sentimento, o que palavra não conseguem explicar.

Não sei se quer morrer,nem se se quer viver, simplesmente não se quer.

E não importa ao tempo, tempo dar …

Não dá para explicar…

Só dá para explicar o que tem explicação, e tudo que não é coisa, tem não.

Não tem remédio, não tem conserto, não tem remendo, e pouco importa, se tiver, não sabe se se quer.

Agora eu entendo, chega um momento que a gente acha que já viveu tudo que podia viver.

Não foi legal, e o que acha ainda poder, com toda certeza de que nada vai, acontecer, não vai fazer valer.

Falta vontade de ter vontade, mas não encontra a probabilidade de encontrar…de se encontrar…

E se, depois de tanto tempo, tentando, levando porrada da vida, sofrendo, só tendo decepção, parecer dar certo, não sabe se terá tempo para dar.

Prefiro os passarinhos…

Não são coisas o que a gente não sabe, nem pode dizer…

Por não serem coisas, certas co

isas a gente não sabe dizer…

Muitas pessoas passam nas nossas vida…chamamos de colegas, conhecidos, de tanta coisa, até de ex…

Algumas pessoas entram nas nossas vidas, essas a gente chama, quando sentimos saudade, vontade, e elas sabem que também podem a qualquer momento, em qualquer oportunidade nos chamar.

Poucas, grosso modo, a gente acaba por na vida delas entrar, somos presente e presenteados pelas suas existências, nos ensinam e aprendemos a amar…

E outras pessoas, a gente nem sabe como chamar.

Na maioria das vezes, de tão preciso, não precisa, quando é preciso e sem precisar.

Sabemos todos os dias, todas as vezes, na alegria e na tristeza, morarem, no coração, na gente.

E, o que somos, onde estamos, achamos ter, a elas tudo pertence.

As vezes dizemos fazer parte das nossas vidas.

Mas, pensando bem, não.

Nossas vidas junta tantas partes, pedaços unidos, colados, remendados, manchados, e essa mistura de tudo é o estar e ser, ou ser e estar, tanto faz quanto tanto foda-se.

Então, pensando bem, deveríamos dizer: são as nossas vidas e, só, por causa delas a gente existe...