Todos podem alterar, corrigir, reescrever. Apenas conserve a versão anterior e publique a sua. Não esqueça de incorporar seu nome. Resgatar o tempo perdido, usar a ciência como ferramenta, despertar para o renascimento, fornecer opções para preservação do meio.
terça-feira, 21 de setembro de 2021
Deus
domingo, 19 de setembro de 2021
Risco, rabisco...
O risco, o rabisco, significar...
Arrisco o risco, corro o risco, do rabisco, significar... desenho, desenha, de senha, desenhar.
O a riscado, é arriscado...
É arriscado o a riscado a riscar...
Só se deve ter coragem de tudo arriscar quando o que se tem a perder, insuficiente, não é tão necessário diante do que se pode ganhar.
Quando não é suficiente, mas necessário é aconselhável muito pensar.
Não dá para perder tudo para nada ganhar.
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
quarta-feira, 15 de setembro de 2021
A proximidade permite não somente formas, maneiras, de conhecer. Obriga ao exércicio dos outros sentidos, e assim reconhecer. A gente conhece e reconhece pela visão, mas também pelo cheiro, pelo toque, pela têmperatura, pelo frio e pelo calor, pelo sabor, gosto. Gosto disso, a gente identifica pela escrita, pela fala, pela voz, pelo sussurro, pelo gemido. Pelo andar, pelos pêlos, ou por não tê-los, pelos apelos.
Quando a gente conhece, reconhece pelo olhar, pelo silencioso ou barulhento, pelo andar, pelo movimento. Reconhece até na distância, percebe a presença, a ausência, quando está e quando não estar.
Conhece por todos os sentidos, pelos aquilos, pelo que diz e não sabe dizer, pelo que faz. Reconhece até quando não se recinhece, quando você não é você.
De perto, de longe, de cima, acima, embaixo, de lado, de frente, de costas, em pé e deitado.
Não precisa ver, não precisa tocar, não precisa tocar, se sente quem a gente conhece, faz parte e quer perto da gente.
terça-feira, 14 de setembro de 2021
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
O fim me assusta.
O fim, acho assustar qualquer um.
Parar de perguntar talvez não signifique esgotar as possibilidades de obter respostas.
Talvez seja não mais se importar, não ter mais interesse, negar a importância de obtê-las, não interessar.
É esgotar o motivo de fazê-las, de tê-las, já que nada se tem, só se porta, se comporta.
Talvez seja se esgotar, cansar, desistir de tentar, descobrir que não importa, se comportar e aceitar que nunca ia dar.
Por fim, chegar ao assustador fim.
domingo, 12 de setembro de 2021
É muito pouco a alegria não ser tristeza... as pessoas, a vida merece mais...o ser merece mais...
Não sei se é isso o que eu quero, mas muitos dias não sinto vontade de qualquer coisa. Nestes eu não quero ir, mas não quero ficar, é um partir, como na música, sem dizer adeus.
As vezes peso se ainda vale a pena. Na realidade não, não está valendo. Mas, será que ainda valerá, ainda irá um dia voltar a valer?
Não sei, não tenho certeza, se tivesse e visse que a resposta é um não já teria ido, já teria partido. Mas, a falta de certeza ainda produz esperança. A esperança de voltar a sorrir, um sorriso vivo, um sorriso colorido. Entretanto, não sei por quanto tempo, e é essa a medida, ainda vou poder esperar.
Tô cansado e, mais que as dores, eu que não gosto nem um pouco da certeza, tô sofrendo muito com a incerteza. Mais ainda com não ter motivos, não encontrar caminhos, me sentir perdido...
Por mais que seja planejada, projetada e preparada a história não nasce História, precisa ser experimentada, conhecida e contada, precisa acontecer. Assim como, ser sentida, reconhecida e entrar memória. "Cada época fabrica sua própria Atenas, sua Roma...",... É coisa do presente com saudade do passado, que esse olhar, remetido ao futuro, reconhece como valor, pela importância os seus significados.
O grande problema da vida, numa construção anacrônica, do homem, dos indivíduos nas sociedades tem a ver com os resultados esperados, as metas estabelecidas, sempre pretenciosas, imediatas e sem muito avaliar o devir. Não basta querer, fazer como se pensa e não atentar que sempre se tratará de uma experiência, jamais cem por cento garantidas, dependentes do acontecer para acontecer. Depende das variações, das condições de temperatura e pressão, ainda mais das mentalidades, das aspirações e compreensões dos seres humanos, para ser mais preciso,cacrônico e diacrônico, por mais que essa realidade precise ser excessão e não regra, ainda do homem.
Fórmulas, métodos, receitas devem e precisam ser respeitadas, no entanto estão sujeitas a inconsistências, a vicissitudes, as falhas inerentes ao caráter humano, no dito popular pode desandar, a Nau, mesmo sem rumo, não foi feita para naufragar, mas acontece. A história não nasce História, é resultado por mais que se tente prever imprevisível, menos no campo das probabilidades e mais no domínio das possibilidades.
A história se conhece, se descobre, se aprende e continua a ser apreendida e aprendida.
No desafio de aprender ensinar a aprender, precisamos continuar a aprender com a certeza de que nunca aprenderemos tudo.
História é a experiência que não precisa ser registrada para ganhar registro. Marcante, marcada, deixa marcas, imprime...
Na maioria das vezes, na ambição de um suposto excepcional, escondido atrás de um desconhecido, se esvazia com desprezo o óbvio. Mas o óbvio, que já foi o escondido, já foi desconhecido, é o que se consolidou como ideia geral...
Óbvio não é um valor dado, mas conquistado, seguro, estabilizado, garantido, talvez por isso as vezes, muitas vezes, é desconsiderado, desvalorizado, por não ser esquecido, mas simplesmente lembrado como adquirido e preservado. Parece que a gente esquece do esforço para transformar e fazer com que o óbvio fosse óbvio...
A gente só dá valor a um valor quando o perde???