Não é um livro de história, embora tenha. Não é de sociologia, mesmo pisando com dois pés nas lições dos sociólogos. Não é um trabalho de filosofia, assim como da biologia, da psicologia, é um livro que dialoga, que fala e, principalmente, evoca os encontros do problemas com as problemáticas, com os aconteceres, com o devir.
Ainda mais, é um grito preciso que é preciso gritar.
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