Eu não queria estar sozinho.
Mas não depende, somente, de querer.
O se quer não é suficiente.
Do desejar, do desejo.
Só, continuo em meio a muita gente.
Nos últimos anos uma pessoa, só, por vezes e menos que gostaria, conseguiu acender magia.
Como só você consegue?
Com prazo de validade, contado, fez sorrir alegria, sentir o bem estar, paz e tranquilo dormir.
Mas é só problema meu, até não mais ser e ir.
Ah se eu pudesse retribuir.
Só um pouco.
Mas, acho, não poder.
Não depende do querer, continua a depender, mas do se quiser, se se quer, se se querem.
Queria retribuir, mas.
Tem gente que a gente só pode agradecer.
Podem nem saber o porquê, a gente sabe.
As vezes até só pedir desculpas.
E elas, com certeza, não vão saber o porquê, talvez não precisem.
A solidão faz da gente só mais um.
Daqui a pouco tudo acaba, a luz apaga, o fim termina, nada arresta e só resta nada.
Dói, só, dói.
Dói e não sei como fazer para parar de doer.
Até sei, acho.
Mas, o que penso e posso fazer pode fazer outro doer.
Certas coisas não dá, não se consegue e nem sei se é preciso tentar explicar.
Pode até ter explicação, mas será que vai dar para entender?
Acontece, se descobre, estão no acontecer.
São feitas no ar, do sonho, do sentir, de conviver, de ver, ouvir, olhar e gostar.
É um estar bem e um bem estar.
Feito de amor, efeito do amar.
Meu mundo é tão pequeno, não sei se cabe todo mundo, mas sei quem cabe até apagar.
Eu sempre quero e espero um sinal, mas devo confessar, sou péssimo em reconhece-los, em identificar.
I love you to the end.
Desde o início até quando vomitar.
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