sábado, 3 de setembro de 2022

A natureza faz a gente de gente.

De dois, de três, de quatro, cinco, seis, dezenas, centenas, milhares, de indivíduos, de diferentes.

A gente, antes de ser gente, sem saber se gente vai ser, muito menos que sexo vai ter, já é amado muito antes de nascer.

Depois que nasce, mesmo antes de crescer, de aprender a falar, a andar, a olhar, aprende sem saber a amar.

A gente ama a mulher e o homem, as mulheres, os homens.

Ama Gente grande, gente pequena, gente preta, gente branca, gente amarela, gente parda, gente morena.

A gente ama gente.

Mãe, paí, avó, avô, tia, tio, irmã, irmão, prima, primo, amigos, amigas... A gente ama tanta gente, e para esse amor é tudo igual e é diferente.

A gente ama gente.

E gente, mulher e homem, mulheres e homens, mesmo sem saber o que a gente vai ser, nos ama também.

E a gente cresce, aprendendo a amar essa amores, amando toda gente que há.

Não tenho certeza, mas pelo que desde cedo aprendi, amar não é pecado.

Muito pelo contrário, acho que pecado é não aprender e nunca saber amar.

Eu aprendi a amar mulher e homem, homem e mulher, isso me define, eu amo quem o meu amor amar.

E se sempre foi assim, e assim sempre será, por qual razão insistem no desamor, na crueldade, no desrespeito, em recriminar homem que ama outro homem e mulher que ama outra mulher, e tentam desorientar a orientação de quem é somente o que é, gente, ser, humano, indivíduo, distinto, diferente, diverso, plural, semelhante?


Meu coração não escolhe quem amar, mulher, homem, gay, lésbica, btqi+, ….ele simplesmente ama...ama gente, ama animais, ama flora, ama a vida, ama a natureza... aliás, amar é a nossa natureza.

A gente ama...

Até o que parece feio, quando a gente ama descobre, revela, estampa a sua beleza...



sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Ahh se eu pudesse!!!
Se eu pudesse fazer alguma coisa diferente, diferente do que fiz nessa vida, sei bem o que faria.
Tentaria ser um filho melhor para minha mãe. Mãe que me deu vida, que me deu a vida e me fez viver.
Nada muito difícil, apenas não diria não e para tudo sempre sim.
Sim até para o que achava desnecessário, exagerado, desperdício, extravagância.
Aceitaria os presentes que ela queria me dar, e não diria não precisa, assim deixaria ela sentir o prazer de fazer o que gostaria.
Aceitaria todos os carinhos, elogiaria mais, reconheceria ainda mais o meu amor por ela e dela por mim.
Acho que assim seria um filho melhor.
Talvez eu tenha sido um bom filho, mas poderia ser ótimo, excelente e fazê-la ainda mais orgulhosa, satisfeita, realizada, reconhecida.
Mãe a senhora sempre foi muito amada, mas eu poderia poderia dizer, repetir, mostrar mais o quanto "eu te amo".
Sei que disse muitas vezes, com palavras, com gestos, com carinhos, com nossa intimidade, com a nossa ligação espacial, conexão mediúnica, mas...acho que amor nunca é demais.
Minha mãe, minha amiga, minha alma, te amo, te amei e enquanto tiver essa vida que você me deu vou te amar.
Obrigado e desculpe, desculpe mil vezes, por não te dizer tudo que deveria insistentemente dizer...
Se eu pudesse, se tivesse outra oportunidade, isso eu faria diferente.

terça-feira, 30 de agosto de 2022

Seguindo a etimologia, convencer é vencer juntos.

Que seja juntos vencer...

Uma canção pra cantar alegria, 

Pra espalhar quem é, quem são...

Em todo tempo do dia, da tarde, da noite..m




domingo, 21 de agosto de 2022

 Ah se eu pudesse.

Mudaria minha vida, faria ela ser bem diferente.

Tiraria o sofrimento, tiraria as dores, tudo o que acho errado, injusto…


Mas, será que uma vida tão perfeita seria perfeita sem você?


Se eu, não o destino, pintasse a minha tela...

Ininteligível: compromisso com os sentidos, com o sentir.



Maiêutica


Apdeuta


Antigamente, antes desse desgoverno, pobre, estudante, até desempregado, conseguia comprar, pelo menos nas datas especiais, uma picanha, já não pode mais. E, assava a carne na brasa/lenha/carvão, para festejar, por causa do sabor, e não por não ter gás, já não pode mais.

Com esse desgoverno desgovernado carne é coisa do passado, quem consegue comer já tem o que comemorar.

Esse desgoverno anacrônico é criminoso, dissimulado - acabou a corrupção, só tem rachadão, tráfico de influência, de armas, se tiver investigação, sem influência do miliciasno, o engavetador da PGR engaveta - manipulador, com dinheiro público, fascista, sádico, psicopatético.


Só sem vergonha não sente vergonha!


Qual legitimidade pode haver em decisões públicas desonestas pautadas, sobretudo, por interesses pessoais, movidas por manobras, financeiras e eleitireiras, com  princípios e contornos de cooptacao, suborno e corrupção. Com a compra, simples, objetiva e direta de apoios e votos, não por preceitos técnicos, éticos, morais, responsáveis, do interesse público?

A política, há tempos, foi degenerada e convertida numa máquina para enriquecer oportunistas, vagabundos, pilantras, quadrilhas, camarilhas, bandos.

A gota que faltava é, sem dúvida, a sessão de um minuto para aprovar a PEC kamikaze. Não bastasse a sujeira defecada diariamente, na nossa cara, as ameaças, arroubos autoritários, ódio e violência espalhada no atacado, as rachadinhas, o rachadão, a interferência na lei, na justiça, na investigação, o engavetador de plantão, as fake news e, tantas outras atrocidades, surge agora a "fake session" feita por "fake seres"!



Sabe o que eu quero?

Eu quero o desejo desejado,

O desejo desejável,

O desejo que deseja o desejo e o desejado também o deseja por que ele não se contenta em só desejar.

Quer ser desejado.

Sabe o que eu desejo?

Que o desejo se realize e vivo viva a realizar...

 Sensação estranha, de coisa ruim.

Algo faz mal, gosto amargo,

sem sal.

Tenho medo quando sinto essas coisas…

Não vai ser bom pra mim….


Pra ser sincero o coração tá apertado. 

Tô meio angustiado, desconfortável, confuso, com dúvidas, sem ânimo, meio perdido, acho sobrar uma coisa de trauma em mim.

Espero que as sensações nebulosas passem, seja mais uma experiência boa, positiva e ajude a amenizar dores que não param de doer.



Engraçado como o passado a cada dia chega mais rápido. Em consequência o presente, também o futuro, são tão efêmeros. A velocidade acelerada da vida, conforme a dinâmica social, torna o passado cada vez mais precoce.

O micro é movimentado pelo macro em função da globalização, do "globalismo", de um ritmo de transformação que segue um padrão mundial integrado, simultâneo, sinergizado…

Não há tempo para esperar, refletir, absorver, assimilar, o que acontece em algum lança efeitos imediatos no outro lugar.

Os ajustes, sem aperfeiçoamento, ocorrem progressivamente junto as mudanças, as modificações.

O relógio conta o tempo mais rápido, as mentalidades o fazem, sem tempo para amadurecer.

Aceleradas as necessidades as experiências são efetuadas instantaneamente sem tempo para resultados.

Não apenas experimentamos, também somos cobaias, somos experimentados, somos resultados.

O que nos tentou ensinar a pandemia, e  as guerras nos faz perceber, observar, reconhecer?

Que o mundo, a sociedade global, não está preparada para as emergências.

Se por um lado precisamos de estoques, ter reservas, de recursos materiais, financeiros e técnicos. Por outro, tudo isso está disponível no mundo, infindáveis recursos, reservas ilimitadas, mas desperdiçamos, destruímos, desprezamos.

A visão míope, a ganância, a ignorância não permitem perceber, observar, entender que enquanto centramos esforços no pouco, no reconhecido, no aquilatado, condenamos o muito, o abundante, as fontes que ainda não descobrimos, que ainda não conhecemos.

O capitalismo, há tempos, limita as mentalidades a pensar, a desenvolver outras formas de ser e de estar, por cobrar sempre um preço, e precisarmos poder pagar.

Se faz necessário parar, fazer experiências, desenvolver opções, outros sistemas, mecanismos, solidariedades, suportes para a humanidade poder se suportar.


Pois tu é natural que seja, mas é algo mais... não tem mais essa coisa de homem...


Registrar é conservar um momento especial, guardar no único lugar digno  esse intervalo de tempo, essa experiência, esse vívido, na memória...

Quem visita essa viagem não sabe detectar exatamente quais valores o viajante viu, experimentou e achou preciso "guardar", mas a partir da sua própria viagem pode descobrir ou até mesmo detectar outros conteúdos invisíveis ao primeiro viajador…

O Registro é como um mar que pede o navegar, o velejar…

O mar uma grande tela em que nós devemos pintar...

Quantos registros foram produzidos?

Quantos foram encontrados, descobertos, revelados?

E, quantos estão escondidos ou se perderam, foram destruídos, perdidos na poeira do tempo?

Feliz ou infelizmente, acho que nada se guarda para sempre...

Acho, por isso registros nunca serem demais. É preciso registrar o que se vive, o que se aprende, o que se descobre, o que a gente nem sabe o motivo, mas pode a qualquer momento fazer parte de uma memória a significar para ser significado.


Memória é aquilo que resiste a ação degradante do tempo. Memória é o que a gente insiste lembrar e esquece o esquecimento.


São as marcas do vivido que insistem...resiste...gravada .. no pensamento...



Em todo mar tem Rio…


Geleiras andinas diminuíram 42%...

Garimpo…

Expansão urbana, esgotos, lixos, falta de tratamento…

Industrialização…

Desmatamento


Imprevisibilidade previsível...ou vice versa…


Mais de 50% da degradação, desmatamento, poluição, advém de atividades ilegais...isso preocupa. Porém, é ainda mais preocupante saber que quase 50% de atividades legais…

Insustentabilidade...

Nem tudo que é legal é moral, é ético, é justo...


Flutuamos num mar de foi e será.

Seres flutuantes no mar, na atmosfera, na passagem do foi para o será.


Passageiros da viagem no tempo em contante movimento de um foi para um será…

O é não existe, não existe presente, acabou de passar e passará. .

O presente só existe no passado…


Imagens modernistas…


Fontes são respostas silenciosas para as perguntas barulhentas…


Flutuamos sobre um fluxo constante do será para o foi…

Sentido futuro para passado…


O presente é uma convenção, só existe presente por instantes, um intervalo, entre o futuro e o passado.

Presente é uma fotografia da passagem do futuro para o passado.


Registro se torna forte, uma vez descoberto, suas respostas são alvos de perguntas…

Suas potenciais respostas, conteúdos, retratos... 

Suas propriedades e capacidades…

Todas as respostas estão dispostas, são dadas, disponíveis, dependentes do ato de perguntar…

Os registros, tomados como fontes, só podem responder as perguntas que forem feitas ... diante disso, respondem qualquer coisa… até que o azul é amarelo...


Gosto de você por perto acalma meu coração vem me ensinar da vida...

 


Meu querer bem, meu bem querer…


Tem coisas que agora é sempre a melhor hora de dizer, a gente só tem o tempo que tem depois disso pode não ter como fazer...pelo não, pelo sim, pelo talvez, por ser o tempo certo... amo você.


Se passado é tudo aquilo já vivido, futuro é o que virá e, o futuro, acabou de passar, aonde está o presente?

Podemos dizer, com muito boa vontade, o presente flutuar sobre, como enseja Koselleck, o futuro passado…

O presente só existe por convenção… por esse acordo entre as mentalidades, para tentar controlar o tempo, quando começa o passado e termina o futuro?

Seria algum exagero dizer que o presente não existe?

Entre a futura memória e a memória pretérita seu lugar é a recente?

O presente só existe na memória...um milionésimo de segundo já é passado e um minuto possui vários futuros, diversos passados.


O tempo que leva é o mesmo que traz…


As fontes podem falar, até gritar, mas elas gostam mesmo é dar respostas...

 Estava me perguntando por quê eu gosto de você?

Sinceramente, não sei dizer.

Não, não é por ser, obviamente, linda, inteligente, criativa, sensual, dedicada, agradável, elegante, divertida, justa, confiável, sensível, responsável, competente, cremosa, borbulhante, cheirosa, cativante, brilhante, sábia, ponderada, crocante, forte, picante, fraca, talentosa, doce, amarga, salgada, maravilhosa e por mais um milhão de qualidades, virtudes, até defeitos, acho deve ter… tudo isso é fantástico, mas não é só por isso…

Deveria ser por, ao estar perto de você, encontrar significado, sentir alegria, me sentir bem, não ver o tempo passar...gosto tanto de você que já pensei em desistir de fazer o que ia fazer, só para não ficar distante.

Quer saber, dói, dói muito quando tenho que ir, quando você vai, e eu fico desolado quando não estou, perto, a seu lado.

Mas, também não é só por isso.

Por mais que me esforce acho que não sei dizer, o único momento, tempo, que minha alegria parece reaparecer é quando estou junto a você. Quando te olho, sinto seu cheiro, te toco, admiro seu jeito e consigo ver, coisas que não sei dizer, não sei explicar, nem consigo compreender, só sei que gosto de você, por gostar, você me faz bem, até quando não faz nada consegue tudo fazer. Já disse, mas não canso de dizer, Gosto de você, acho por...quer dizer, não sei dizer, se a gente sabe explicar o que sente, disse o poeta, não é amor.


Zelo definição...

 Com o passar do tempo a gente acha que a memória da gente fica prejudicada. Faz sentido, pode ser, mas também pode ser que não seja verdade.

Acho que a gente nunca deixa de se encher, de captar, receber, conhecer e assimilar informações, absorver energias, catalizar sentimentos, amar amores. Com o tempo acho que a gente acumula, empilha, guarda tanta coisa nesse repositório que - a velocidade de processamento continua a mesma só não podemos fazer upgrade do processador- tem tanto guardado e naturalmente fica mais difícil de acessar. Mas, tá guardado, nada importante perde a importância, perde valor, tal qual quem a gente ama será e estará sempre guardado no escaninho do amor. Não se sabe ao certo o tempo, que em meio a tantas valências, valores, bens, sentimentos, experiências, sensações e quinquilharias se levará para encontrar. Nem mesmo se ainda teremos tempo, mais um pouquinho de tempo para revirar as pilhas, os lotes, as gavetas, os embrulhos que fazemos vivendo, convivendo, conhecendo, compartilhando e reconhecendo. Mas enquanto esse tempo der um tempo, que nos permita procurar, com certeza vamos achar o que de tão especial só pode ficar guardado no lugar mais especial da gente.

Parabéns meu amigo, meu irmão, meu brother, meu amor...muito obrigado Joe...

Há tempo: diz pro Luiz que também o amo, especialmente por ele amar você.

E por falar em lembrança, em coisa de lembrar, que é sucessivamente coisa ativada pelo ato de amar e, naturalmente, impossível esquecer...

 Alguém conhece alguém que virou Jacaré???


A legítima defesa se fundamenta na proteção a vida, sua e/ou de outrem. Essa ação é, na maioria dos casos, isenta de pena e, salvo engano, se pautar numa espécie de excludente de ilicitude.

Se pensarmos bem, quem rouba por ter fome, para ter o que não tem, necessita, o faz para proteger a sua e/ou a vida de outrem.

Por essa lógica, também não deveria ser penalizado.

Ainda, quem rouba, furta, assalta, engana, ludibria, prevarica, corrompe, é corrompido, sonega, faz contravenção, trafica...pode praticar qualquer desses crimes e/ou outros para defender a vida, sua e/ou de outrem.

Em suma, toda e qualquer ação humana pode, grosso modo, ser em defesa da vida, sua e/ou de outrem.

Sendo assim crime não seria crime acima de tudo. E, quem comete crime, por qualquer motivo e razão, não é mais criminoso???

Acho, não ser criminoso apenas quem não comete crime.



Epítome 



Eu costumava dizer que cada um devia cuidar da sua vida e deixar as outras pessoas viverem como quiserem, em paz.

Estava errado, completamente enganado. Devemos sim é cuidar de todas as vidas, respeita-las e exigir que todos os outros as respeitem!


Nada natural é igual.

As diferenças são diferentes, somos diversos e essa diversidade se fundamenta em semelhanças.


A espécie mais diferente, mais distante, mais exótica, natural, guarda umas, algumas, diversas e naturais semelhanças.

Pelos, peles, sentidos, funções, órgãos, sangue...nesse mundo tudo, todos os seres do mundo, por exemplo, respiram, são movidas, formadas, compostas de oxigênio e de outros gases, substâncias, elementos químicos, se encontra com partículas na tabela periódica...somos partes, de cada, de muitas, de todas as partes…


A palavra e o som quando fazem amor dão luz a canção…

Canção é aquilo que nasce quando a palavra, poesia, faz amor com o som…

Música palavra cantada

Palavra encantada 


Lugar é acolhimento, receptividade, reconhecimento, lugar é energia, conforto, abrigo...o lugar abraça, segura, acaricia, faz o sentir em casa...e o Museu, como palácio, traz a porção, na gênese, moradia…

Acho essa essência de morada/casa é o que mais tem a resgatar... não mais da família imperial, ainda sendo, mas de todos...a casa da cultura, a casa da educação, a casa da memória, a casa de todos... interessante pensar, como ocorre essa transformação de casa/palácio para ser Museu...foi a gente que lá habitou, que fundiu, se fundiu e se confundiu as paredes, quartos, degraus, suas personalidades, necessidades, gostos, escolheram e dispuseram objetos definidos por aspectos subjetivos, também objetivos, para construir na construção do/de concreto um lugar...um lugar também concreto, material, simbólico, subjetivo, diverso…

A história é feita, descrita, escrita, por gente, pessoas, indivíduos com o objeto de conservar, reproduzir, as memórias produzidas…


Muito se fala sobre o poder do discurso, sobre o poder, mas deveríamos pensar a potência. Óbvio potência ter a ver com poder, mas potência é diferente…

Poder e potência... diferença 

Empregar, contaminar, revestir, reticular, penetrar/preencher rugosidades e porosidades...dar acabamento, se fundir...


Quem vive livre a liberdade de ser quem é, de viver como quer e amar quem quiser não precisa se esconder. Quem precisa se esconder é quem ofende, quem agride, quem odeia, quem engana, quem rouba, quem mata, quem faz o mal, aquele que faz o que não deve e nem precisa fazer! 

Não é possível condenar aquele que só ama amar...


Morro de paixão, morro de ciúmes…


O que não se sabia é a única coisa que a gente pode aprender...aprendi que sempre precisei e que preciso de você…



Editora Livre

Difundir, distribuir e compartilhar cultura, informação, conteúdo.


Os livros não são pagos pelos leitores, todos podem acessar e baixar os títulos.

A ideia se fundamenta em propósitos da democratização da educação, difusão da cultura, acesso universal da informação e de conteúdo.

A arrecadação, dinheiro para manutenção do projeto: venda de espaço a publicidade; patrocínios; apoio do poder público, editais de fomento; da sociedade por meio de doações. 

O autor, de títulos publicados após aceitos pela comissão editorial, formada por membros, qualificados, de diversos países, modelo CoopMar/cooperação, em português, espanhol, inglês e outros idiomas, recebe direitos autorais, caso não os ceda a iniciativa, em função do número de download/acessos.

Parceria com instituições governamentais, Universidades, empresas, projetos sociais, ONGs.

O acervo, inicial, da plataforma pode incorporar links das obras de domínio público. Também disponibilizar artigos acadêmicos, links de bibliotecas, de museus, jogos educativos, banco de imagens, fotografias, filmes, etc...