Alguém conhece alguém que virou Jacaré???
A legítima defesa se fundamenta na proteção a vida, sua e/ou de outrem. Essa ação é, na maioria dos casos, isenta de pena e, salvo engano, se pautar numa espécie de excludente de ilicitude.
Se pensarmos bem, quem rouba por ter fome, para ter o que não tem, necessita, o faz para proteger a sua e/ou a vida de outrem.
Por essa lógica, também não deveria ser penalizado.
Ainda, quem rouba, furta, assalta, engana, ludibria, prevarica, corrompe, é corrompido, sonega, faz contravenção, trafica...pode praticar qualquer desses crimes e/ou outros para defender a vida, sua e/ou de outrem.
Em suma, toda e qualquer ação humana pode, grosso modo, ser em defesa da vida, sua e/ou de outrem.
Sendo assim crime não seria crime acima de tudo. E, quem comete crime, por qualquer motivo e razão, não é mais criminoso???
Acho, não ser criminoso apenas quem não comete crime.
Epítome
Eu costumava dizer que cada um devia cuidar da sua vida e deixar as outras pessoas viverem como quiserem, em paz.
Estava errado, completamente enganado. Devemos sim é cuidar de todas as vidas, respeita-las e exigir que todos os outros as respeitem!
Nada natural é igual.
As diferenças são diferentes, somos diversos e essa diversidade se fundamenta em semelhanças.
A espécie mais diferente, mais distante, mais exótica, natural, guarda umas, algumas, diversas e naturais semelhanças.
Pelos, peles, sentidos, funções, órgãos, sangue...nesse mundo tudo, todos os seres do mundo, por exemplo, respiram, são movidas, formadas, compostas de oxigênio e de outros gases, substâncias, elementos químicos, se encontra com partículas na tabela periódica...somos partes, de cada, de muitas, de todas as partes…
A palavra e o som quando fazem amor dão luz a canção…
Canção é aquilo que nasce quando a palavra, poesia, faz amor com o som…
Música palavra cantada
Palavra encantada
Lugar é acolhimento, receptividade, reconhecimento, lugar é energia, conforto, abrigo...o lugar abraça, segura, acaricia, faz o sentir em casa...e o Museu, como palácio, traz a porção, na gênese, moradia…
Acho essa essência de morada/casa é o que mais tem a resgatar... não mais da família imperial, ainda sendo, mas de todos...a casa da cultura, a casa da educação, a casa da memória, a casa de todos... interessante pensar, como ocorre essa transformação de casa/palácio para ser Museu...foi a gente que lá habitou, que fundiu, se fundiu e se confundiu as paredes, quartos, degraus, suas personalidades, necessidades, gostos, escolheram e dispuseram objetos definidos por aspectos subjetivos, também objetivos, para construir na construção do/de concreto um lugar...um lugar também concreto, material, simbólico, subjetivo, diverso…
A história é feita, descrita, escrita, por gente, pessoas, indivíduos com o objeto de conservar, reproduzir, as memórias produzidas…
Muito se fala sobre o poder do discurso, sobre o poder, mas deveríamos pensar a potência. Óbvio potência ter a ver com poder, mas potência é diferente…
Poder e potência... diferença
Empregar, contaminar, revestir, reticular, penetrar/preencher rugosidades e porosidades...dar acabamento, se fundir...
Quem vive livre a liberdade de ser quem é, de viver como quer e amar quem quiser não precisa se esconder. Quem precisa se esconder é quem ofende, quem agride, quem odeia, quem engana, quem rouba, quem mata, quem faz o mal, aquele que faz o que não deve e nem precisa fazer!
Não é possível condenar aquele que só ama amar...
Morro de paixão, morro de ciúmes…
O que não se sabia é a única coisa que a gente pode aprender...aprendi que sempre precisei e que preciso de você…
Editora Livre
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