Chega um momento em que o tempo já não importa, a esperança já não vai bater nenhuma porta.
Quando re parou, o tempo de esperar pegou carona no trem do des espero.
Não é mais o tempo da possibilidade, mas da probabilidade, quando é mais frequente e preciso chegar o tempo de ir para não voltar.
Já não faz muita diferença, o tempo segue o ritmo da despedida, no trilho do tempo a passar.
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