Eu só queria dizer: está tudo bem…
Achar que pode ficar
Que ainda vai melhorar
Mas quando acordo, ou vou deitar, não dá.
Sei não estar,
Nem sei se posso sonhar,
Se a mim foi proibido,
Se posso ou ainda consigo amar.
Se tudo que sei, é de que nada sei,
Alguém saberá?
Não acho caminho e prendido não há lugar a ir, sem saber voltar
Não vou por ai, já não saio daqui,
O mundo não é meio, só um quarto, uma cela, me perdi de mim.
Tente compreender, só não quero sobreviver,
E assim,
Sinto chegar ao fim.
Eu queria, mas só dizer não posso.
E se criou um novo Deus, a tecnologia, artificial, capaz de tudo fazer, até o paradoxal resgate da humanidade de ser naturalmente natural.
A gente precisa perceber que somos nós, seres humanos, e não a coisa que inventamos, criamos, no controle dos movimentos, das aplicações, dos usos, das ações.
É muita pretensão, completamente egoico, típico de idiotes achar ser minha toda culpa.
Também, igualmente idiótico, cruel, oportunista e injusto atribuir, transferir responsabilidade, culpar o outro pelos fracassos, insucessos, incompetências e ações deletérias.
Nós, como cidadãos, sujeitos, membros da polis, participamos de tudo e é nossa, inclusive nos bons feitos, essa sociedade.
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