Já pensou, como começou?
É, não deu para perceber, sabe-se ao nascer, mas como começou?
Não dá para lembrar, quando percebeu já estava lá.
E todo dia coisas aconteciam, emoções, experiências, sorrisos, lágrimas, tristezas, alegrias, se repetiam…
Como, exatamente, começou?
É possível especular, mas exatamente é impossível precisar.
Aconteceu, sem explicação, sem pedir licença, sem consentimento e quando viu já era…
Como acabou, quando acabará, outra coisa que não dá para explicar…
Parecia tudo encaixado, mesmo faltando partes, mesmo precisando de peças, de colas, de… mesmo assim parecia perfeito, acabado.
Acabado, é quando acaba…quando não precisa de mais nada, e qualquer coisa que se põe parece não caber, excesso, ou fica amontoado, desprezado, fora do lugar…
Acaba quando menos se espera, acaba quando está acabando e é hora de acabar…
Mas ao certo não se sabe a hora, não se sabe como, mas é quando não mais falta, não importa, não tem a necessidade de esperar, de responder, de fazer acontecer, pois aconteceu e não mais acontecerá…
Daí só resta seguir, do mesmo jeito que antes, sem rumo…até sem perceber, sem reparar, sem notar, sem esperar, simplesmente acontecer e quando ver já estar lá e lá é em outro lugar…
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