sábado, 14 de janeiro de 2023

A única coisa que gosto mais do que você é nós…


Melhor que você só nós…


A coisa que mais me deixa triste, a qual não suporto, que fujo, é despedida…até nisso minha mãe…


Tá.

Tento achar que tá.


É engraçado, como as palavras se esforçam para tentar dizer…

Mas, não completam, são insuficientes, limitadas…

Depois de ler, a palavra como fosse tudo é como fosse nada…

A palavra se esforça, até responde, mas dificilmente corresponde…é limitada.

Já dito antes, quando bem sucedida, na hercúlea tarefa de comunicar, informar, dizer, pode esclarecer e também estender dúvidas no varal …

Sugerir compreensões, e até imprecisas conclusões é o que consegue fazer…

Se o não dito, o silêncio, é capaz de produzir ruídos, sons, reflexões, parar e pensar…o som é prodígo em esperas, silêncios, intermináveis, por segundos…

Mais que responder a palavra pede, sugere, confere, possíveis e não escutar…

Entre dizer e não saber o que dizer, o que deve, pode ou não falar, é preferível, às vezes, calar…

O silêncio, por vezes, diz tanta coisa, o que não pode faltar…

A voz, o som, as palavras, por vezes se perde…

Não, não está no que diz, no que se diz, não, não está, mas naquilo que consegue, precisa, pode, quer ouvir, ver, ler, sentir…entender, provavelmente auscutar…

A resposta é una, mas não a pergunta…

Tudo é uma questão de hermenêutica, de interpretação…de necessidade, de precisão…

Ao invés de dizer, por não ter como falar, prefere silenciar…

Bem ou mal, a palavra foi feita para ser dita, mesmo incerta, imprecisa, caduca, descontrolada, angustiada e aflita???

Ao invés de dizer o que não se pode explicar, menos pior é calar?

Mais medo tem de perder que de não ganhar…por isso, quando tudo se mostra improvável, preferível nem tentar…





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