Na real, não é fake news, o nome para mentira, para a fofoca, sempre foi mentira, fofoca.
A liberdade de expressão precisa e deve ser garantida, mas cada um deve ser responsável pelo que diz, pelo que reproduz, pelo que propaga.
Antes de tudo precisa, para evitar sanções legais, se certificar, ter provas, citar as fontes como, por exemplo, prescreve as normas acadêmicas.
Sobretudo, sobre tudo...
O mundo não muda, a vida acontece e as pessoas se transformam quando/enquanto descobrem significados.
Distinto e distantes.
De longe tudo parece igual, fica difícil perceber as diferenças e principalmente as, quase sempre sutis, semelhanças.
Toda estória, não por acaso, tem trilha sonora.
Todo filme, peça, teatral, institucional, qualquer ficção, não por acaso, é permeado, enchido, encantado com registros musicais.
E não é por acaso, por mais delirante, fantasioso, exótico, as estórias, as estorinhas, são baseadas na história, está contida na realidade.
Seja a história épica, materialismo histórico, …. cultural...que igualmente possui uma trilha, trilhas sonoras compostas por partícipes dessa história.
Assim, quem compõe, reproduz e transmite os ecos são pessoas que vivem no tempo, possuem e compartilham a experiência do vivido, do sentido, do percebido, do assimilado, do aprendido e vivenciado.
O maior de todos os defeitos não é a arrogância, a prepotência, mas a ilusão dr autoridade, de deter todo o conhecimento, a soberba, a presunção de infalibilidade que só os ignorantes incompetentes psicopatéticos possuem.
Quem detém todo conhecimento???
Seja bem vinda na sua estreia desse palco chamado vida.
Você chegou para brilhar
...
e se em algum momento duvidar o público que te ama …
O amor vai te fazer sorrir…
Deve-se lembrar.
O Estado, cuja razão de existir é proteger, amparar e servir os cidadãos, sobrevive dos impostos e tributos pagos pelos indivíduos.
Logo, os bancos federais deveriam negociar, descontos, e adquirir pacotes de passivos junto aos credores.
Na prática, comprar as dívidas, com base nos descontos conseguidos e novos números, assumir a negociação, fixar taxas e definir prazos justos que caibam no orçamento.
Os desempregados, teriam as dívidas reajustadas pela inflação, muito menor que as taxas bancárias, e periodicamente precisa atualizar sua situação para manter a condição, até que possa renegocia-las.
Os empregados, nos moldes do crédito consignado, teriam descontos na folha de pagamento, de modo a interferir minimamente no orçamento, aumentando a garantia de quitação.
Assim, se faz circular dinheiro, se impulsiona a economia, gera emprego e renda.
De igual modo, serviços sociais e ações cidadãs/solidárias em prol do bem público/comum, por exemplo, horas destinadas a coleta de lixo em praias, rios, voluntariado, professores de cursos comunitários, etc ...poderiam gerar créditos para ajudar a saldar os débitos.
Seria uma maneira de exercitar as relações e coesão social, reforçar vínculos e o sentimento de pertencimento.
Outra coisa, é possível repensar, com empregadores e trabalhadores, a redução da jornada de trabalho sem alterar remuneração.
Empregadores teriam descontos no pacote de encargos trabalhistas conforme o número de pessoas contratadas.
Com a jornada reduzida o trabalhador, cidadão, indivíduo teria mais tempo para viver, usufruir, desfrutar, consumir e assim compensar os descontos dos encargos e a arrecadação.
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