segunda-feira, 17 de outubro de 2022

O mundo é inundado por produções com enfase em violência, em matança, em mortes.

Matadores, ladrões, criminosos são colocados como heróis que matam outros matadores, ladrões e criminosos inimigos, rivais, supostamente, vilões.

Enquanto isso, a realidade em que heróis sem fama para sobreviver desafiam as probabilidades, a crueldade, é desprezada.

Heróis são as pessoas que trabalham para criar filhos, construir casas, fazer bem ao outro, sobreviver honestamente, sem matar, roubar, cometer crimes.

Heróis são as pessoas que amam, cuidam, protegem, amparam, recebem, acolhem, estudam, vence as probabilidades através das suas possibilidades, mesmo sem oportunidade.

Esses heróis, repletos de humanidade, de caráter, de ética, moral, responsabilidade, solidariedade, de ensinamento, de aprendizado, salvadores de vidas, que eu gostaria de ver nas produções, nos filmes.

Heróis, sem violências, mas heróis de decência, com defeitos e virtudes, com bondade, com amigos, que respeitam leis, o outro, valorizam vida e humanidade.

Mas, a civilidade dessa sociedade semeia violência, vende violência, maldade, crueldade, selvageria, barbaridade como entretenimento e sabem que vender esse produto não é por pura inocência.

Vedem violência como referência.

Violência, sangue, armas são exibidas, entregues, veiculadas, feitichizadas para serem compradas...

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