sábado, 3 de setembro de 2022

 O Outro


O Outro só é importante para um Outro que se importa com o Outro.

Esse Outro encontra no Outro o que precisa, não aquilo que sacia a necessidade que é insaciável, mas aquilo que o completa.

Como são tantas as necessidades, várias as precisões, o Outro sabe que o Outro devolve o tanto quanto ele pode dar.

E essa relação recíproca o faz encontrar sentido, dar vazão a qualidade da sua razão.

Dá somente o que pode retribuir.

Devolve todo amor que reconhece receber e na medida exata que pode amar sabe entregar. 

O Outro complementa o Outro.

Um do Outro não é inteiro, tampouco metade, apenas parte.

É até uma parte que parte para encontrar Outra parte.


Viver se parece com catar amoras, acho tantas outras coisas também, a gente olha e vai pegar o que vê e quando toca, pra colher, por conta da perspectiva, algumas se escondem e aparecem outras, aumentando e diminuindo as expectativas.

Aparece o que não se vê e desaparece o que se viu.

Algumas são fáceis de pegar, outras, difíceis, carecem de um certo esforço.

Mas todas, como respostas, estão lá, precisa perguntar, olhar, mudar o foco, se afastar, se aproximar para poder pegar.

Elas não se escondem, mas também não se mostram, estão presentes, dadas, dispostas, assim como respostas, possíveis, esperando, passíveis, a pergunta.

Depende, como já dito, do lugar do olhar, do se pode enxergar, e a gente só consegue ver se ampliar o raio de visão, o campo de opção, as possibilidades de perceber.

O Outro


O Outro só é importante para um Outro que se importa com o Outro.

Esse Outro encontra no Outro o que precisa, não aquilo que sacia uma necessidade, já que essa é insaciável, mas é aquilo que completa.

Como são tantas as necessidades, várias precisões, o Outro sabe, e não precisa, que o Outro devolve o tanto quanto ele pode dar.

E essa relação, recíproca, solidária, complementar faz o outro no outro encontrar sentido, dar razão a qualidade da sua razão.

Da somente tudo o que pode retribuir.

Devolve todo amor que reconhece receber, e mesmo sem reconhecer, na medida exata ama porque pode amar e saber entregar. 

O Outro é o faz o Outro inteiro.

É quando o inteiro é inteiro por inteiro, e nunca foi metade.

Um do Outro não é inteiro, tampouco metade, apenas parte.

Partes que quando se encontram ampliam, dão significado, originam outra dimensão.

É até parte que parte, parte que fica, parte que não reparte mas encontra Outra parte.


Viver se parece com catar amoras, acho tantas outras coisas também, a gente olha e vai pegar o que vê e quando toca, pra colher, por conta da perspectiva, algumas se escondem e aparecem outras, aumentando e diminuindo as expectativas.

Aparece o que não se vê e desaparece o que se viu.

Algumas são fáceis de pegar, outras, difíceis, carecem de um certo esforço.

Mas todas, como respostas, estão lá, precisa perguntar, olhar, mudar o foco, se afastar, se aproximar para poder pegar.

Elas não se escondem, mas também não se mostram, estão presentes, dadas, dispostas, assim como respostas, possíveis, esperando, passíveis, a pergunta.

Depende, como já dito, do lugar do olhar, do se pode enxergar, e a gente só consegue ver se ampliar o raio de visão, o campo de opção, as possibilidades de perceber.



O Outro


O Outro só é importante para um Outro que se importa com o Outro.

Esse Outro encontra no Outro o que precisa, não aquilo que sacia uma necessidade, já que essa é insaciável, mas é aquilo que completa.

Como são tantas as necessidades, várias precisões, o Outro sabe, e não precisa, que o Outro devolve o tanto quanto ele pode dar.

E essa relação, recíproca, solidária, complementar faz o outro no outro encontrar sentido, dar razão a qualidade da sua razão.

Da somente tudo o que pode retribuir.

Devolve todo amor que reconhece receber, e mesmo sem reconhecer, na medida exata ama porque pode amar e saber entregar. 

O Outro é o faz o Outro inteiro.

É quando o inteiro é inteiro por inteiro, e nunca foi metade.

Um do Outro não é inteiro, tampouco metade, apenas parte.

Partes que quando se encontram ampliam, dão significado, originam outra dimensão.

É até parte que parte, parte que fica, parte que não reparte mas encontra Outra parte.


Viver se parece com catar amoras, acho tantas outras coisas também, a gente olha e vai pegar o que vê e quando toca, pra colher, por conta da perspectiva, algumas se escondem e aparecem outras, aumentando e diminuindo as expectativas.

Aparece o que não se vê e desaparece o que se viu.

Algumas são fáceis de pegar, outras, difíceis, carecem de um certo esforço.

Mas todas, como respostas, estão lá, precisa perguntar, olhar, mudar o foco, se afastar, se aproximar para poder pegar.

Elas não se escondem, mas também não se mostram, estão presentes, dadas, dispostas, assim como respostas, possíveis, esperando, passíveis, a pergunta.

Depende, como já dito, do lugar do olhar, do se pode enxergar, e a gente só consegue ver se ampliar o raio de visão, o campo de opção, as possibilidades de perceber.









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