As pessoas estão mais ocupadas naquilo que as outras falam e menos no que fazem.
Talvez, observar, o que fazem, as práticas, os hábitos, o comportamento sirvam para aclarar não só a percepção, mas a concepção, as características, a personalidade, a realidade.
Falam tanto de família, e o histórico é de separações, denúncias, desprezo, mal trato, perversidade.
Falam muito de Deus, mas liberam armas, munições, reforça o desejo de matar.
Derramam ódio, homenageiam assassinos, milicianos, bandidos.
Falam em pátria, mas atacam a constituição, desmerecem e perseguem os demais poderes.
Falam tanto de honestidade, mas roubam, racham, usam funcionários fantasmas, lavanderias, e o dinheiro vivo amealhado, sabe lá a origem, irrastreavel na compra de bens.
Desejam fake news, mentiras, para iludir, para enganar
Falam, falam, falam.
Falam o que não fazem e fazem o que não falam.
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