Todas as faces de alguém.
Somos a soma de várias partes.
Partes de gente que fazem a gente ser parte.
Gametas, cromossomos, proteínas, células, hormônios.
Unidos, juntos, combinados, arranjados, recombinados.
A gente é um monte de gente dentro da gente.
Toda história começa ao nascer ou ela é uma sequência, encadeamento lógico de vidas, influências, genes, a definir como somos, o que somos e o que seremos?
Se assim for, cada vida começa muito antes de vivê-la e mesmo sem nenhum vínculo sanguíneo, parental, familiar também adquirimos de outras pessoas personalidade, contribuições, pensamento, mentalidade.
Psico, físico, social.
Somos uma grande operação… mental.
É do ser humano cometer erros.
O processo de aprendizado deles está cheio.
Mas, para aprender é preciso reconhecê-los, caso ignore não se consegue aprender. Assim, as opiniões são sempre válidas, fundamentais, discuti-las é chave para consensos.
Entretanto, opiniões devem ser fundamentadas nas experiências, possuir um certo grau de conhecimento. Por isso, sempre é perigoso emiti-las sem um mínimo de ciência, quando não podemos ponderar nossos sentimentos e comportamentos. É nesse momento que a resposta e as perguntas podem fazer sentido.
Não se deve emitir opinião sobre aquilo que não se experimentou, experienciou, não se tem a mínima noção.
Cabe ao ouvinte o lugar de ouvir, observar e aprender, para se localizar nesse espaço de experiência, cenário da resposta, orientar o agir, reagir e comportar para as perguntas necessárias.
No mais, como regra geral, não se deve emitir opinião sobre o que não se possui, profundidade, e o silêncio em determinados momentos grita como sinal de respeito.
Para ensinar é preciso aprender.
Ninguém pode ensinar sobre o que não sabe.
Um brinde ao destino, ao aprendizado.
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