É atual, é agora e depois do depois. Ela se renova a toda hora, não tem presente, só futuro passado.
É essa que se desenvolve enquanto vivemos.
Viver além de ser uma constante é aprendizado, atualização, adequação em processo, implica em sintonia com as modificações, transformações e ajustes dessa, sua, época.
Qualquer e todo apego a situações e condições pode ser compreensível, porém não pode ser desculpa para ignorar ou resistir as configurações da realidade, do cotidiano, do dia-a-dia.
É legítimo optar pelo conservadorismo, se achar e dizer ser conservador, viver no anacrinismo, desde que tudo aquilo que não for registro de progresso seja refutado.
Se a sua referência se dá na experiência vivida, por exemplo, das carroças, do lampião, da enciclopédia, por qual razão fazes uso de automóveis, de energia elétrica, de computadores?
É no mínimo incoerente, contraditório.
As épocas, sem excessão, são carregadas de marcas distintivas, que as caracteriza, distinguir e define, não é possível viver fora da sua época, mas se quiser tentar será necessário fugir dessa época, dessa sociedade, dessa "vida".
Diacronia/sinergia...
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