Sei que há você.
Sei que você há.
Há você.
Há você sem mim.
Mas não há, eu sem você.
Até há, mas esse eu sem você é um eu que não há.
Gosto de gostos que não provei.
Não posso provar, mas gosto do gosto que há por gostar.
As vezes prefiro o silêncio.
Ficar em silêncio pode não causar nenhum bem, também não causa mal.
Neutro, silencioso, ainda mais quando se sabe que pode atrapalhar, pode ferir, pode magoar, pode não fazer bem, se afasta para não ser afastado, rejeitado, cancelado.
Silenciosamente espera, tenta não desesperar.
Que lixo…
Não é covardia, é cuidado.
O que eu quero depende de outro querer.
Eu queria dar tudo, dar o mundo, mas só posso dar o que tenho, e acho pouco, não deveria achar, só acho nao ser o bastante. As vezes acho que pode ser, as vezes acho que nunca irá poder.
Você é muito, você é tudo, pode não ser o suficiente, mas necessária, e eu preciso.
Sei que preciso muito, mesmo que seja só um pouco.
Tudo o que posso dar é o que eu tenho, e quando olho para você e acho ser muito pouco.
Não sei se posso prometer, nem sei se posso dar mais, nem sei se um dia vou poder, só posso dizer e afirmar que vou tentar.
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