Acho, posso estar certo ou não, só dá para explicar o que tem explicação.
Não é o caso, sentimento não se explica, só,
Complica, com emoção.
Sabe lá o que é gostar muito e de repente surgir um clarão?
Dar branco em tudo,
A música tocar e não tocar o coração.
Não tem explicação,
Acordar sem encontrar
Dum sonho profundo despertar, foi sonho, um sonho em vão.
Tempo, miragem, ilusão.
Aí toca aquela música:...o sonhador tem que acordar...triste é viver na solidão.
Tristeza e solidão, a impensável aproximação, tentativa de fugir do desespero, de mim, da depressão.
Tentar o motivo e apostar
Tudo, a possibilidade de amar.
Só faltou combinar.
Culpa não há, mas viagem chega ao fim, acaba e precisa acabar.
Sair da imaginação e só ser triste, só é realidade e a realidade é uma bosta.
Insano, amar quem não sabe desse amor,
Não quer, não precisa dele.
Não é possível amar quem nem se sabe, e nem se é amor ou tentativa de fugir da realidade, do destino, da sina, do final sempre infeliz.
A realidade é uma bosta.
Preciso confessar, nesse tempo, sem esforços, vivi, com todos as vantagens e prejuízos, com todos os corações, com sorrisos e lágrimas, a real sensação de amar, a razão do amor.
O restante, detalhes, precisar explicar se não dá para entender?
Talvez, mais que provavelmente, declinar seja outra fuga, saber, nessa doida e doída vida, menos possível e demais improvável.
Desculpa e obrigado, por sem querer, sem saber, tentar me salvar.
Contínuo na dúvida, não sei se te amo ou se amo você.
Mas acho, nessa vida não conseguir saber.
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