A gente vive tentando encontrar certezas, mas a única certeza é uma incerteza tão certa que desconcerta.
A todo momento atento tenta dela fugir, dela que é certa, é voraz, é fatal, é desfecho, é final.
Para tanto, acha até razão onde razão não há, não se explica, mas é preciso, por isso precisa achar.
Essa gente tenta tanto driblar a morte, tanto tenta ter sorte, tenta prolongar, tanto dar continuidade, tenta, atenta e não consegue, talvez não precise, enganar a realidade.
A realidade é que não adianta correr, não adianta chorar, ser ser humano é e se achar.
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