FICA: ação que combina história, cultura, meio ambiente e cidadania
A Cidade de Goiás transforma-se, a cada mês de junho, em um grande palco, agora, para viver mais uma edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica).
Idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, o Fica despontou em 1999 como marco de um novo momento da cultura em Goiás, sob a coordenação geral do cineasta João Batista de Andrade. A pouco mais de dois meses da data de sua realização (2 a 6 de junho de 1999), João Batista produziu o regulamento, estabeleceu a premiação – cada prêmio homenageia uma personalidade da cultura goiana - e criou o formato final do festival, entre outras providências.
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http://www.fica.art.br/estatico_programacao_x_fica.php
Todos podem alterar, corrigir, reescrever. Apenas conserve a versão anterior e publique a sua. Não esqueça de incorporar seu nome. Resgatar o tempo perdido, usar a ciência como ferramenta, despertar para o renascimento, fornecer opções para preservação do meio.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Tijolo de Marisco
O que antes era considerado um resíduo para o meio ambiente será a matéria-prima e uma solução ambiental para o ecossistema e para a construção civil. Planejado como um projeto transformador na destinação final das cascas de mariscos, a Fundação do Meio Ambiente, em parceria com a empresa Blocaus, estará lançando o "Bloco Verde". Esse bloco ecológico será constituído do pó da casca do marisco (através de sua trituração), que é basicamente composto por carbonato de cálcio, o principal elemento presente no mármore. A novidade promete revolucionar até o setor da construção civil, já que se trata de um material ecologicamente correto, mais resistente e mais econômico do que o bloco convencional. A solenidade de lançamento do Projeto Bloco Verde acontecerá na próxima quinta-feira, 05 de junho, às 09h30min, na Escola do Mar (Serraria) – São José/SC.
http://www.deolhonailha.com.br/internas.php?cod_canal=35
http://www.deolhonailha.com.br/internas.php?cod_canal=35
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Gasolina Verde
Redação central, 29 mai (EFE)- Uma nova empresa californiana afirma que pode produzir um combustível equivalente à gasolina a base de algas cultivadas em terrenos desérticos, informaram hoje o jornal "Los Angeles Times" e a revista "Forbes".O presidente da empresa Sapphire Energy, Jason Pyle, assegura que este chamado "petróleo verde", que pode começar a ser produzido dentro de três anos, é neutro no que se refere ao carbono atmosférico, já que as algas absorvem da atmosfera tanto carbono quanto depois é emitido com a queima do combustível."Criamos um processo que depende da fotossíntese. Absorve o CO2 para criar uma molécula de carvão. Acreditamos que estamos marcando a pauta para toda uma nova indústria", disse Pyle, que evitou falar muito sobre as técnicas empregadas.Ao contrário de outros biocombustíveis, o "petróleo verde" não afeta terrenos agrícolas que poderiam ser utilizados para a produção de alimentos, uma vez que as algas serão cultivadas em zonas áridas e ensolaradas, em pleno deserto, com água não potável.O novo combustível contém energia por litro equivalente a da gasolina com um octanagem de 91, sustenta Pyle.A Sapphire Energy, com sede em San Diego (Califórnia), conta com o apoio financeiro da organização sem fins lucrativos Wellcome Truste e das empresas de investimentos Arch Venture Partners e Venrock.O diretor-gerente da Arch Venture Partners, Robert Nelsen, comentou: "Queremos desbancar o sistema atual de petróleo, para substituí-lo por um sistema de produção contínuo que reproduz, para todos os efeitos, um campo petrolífero acima do solo que produz petróleo por tanto tempo quanto se queira".Por outro lado, um especialista da Union of Concerned Scientists (União de Cientistas Comprometidos), Don Anair, assinalou que "a passagem para o petróleo verde poderia trazer benefícios importantes quanto às emissões dos gases de efeito estufa, mas talvez não seja capaz de combater os poluentes tradicionais que saem dos canos de descarga, como o ozônio e o óxido de nitrogênio".O Conselho de Recursos do Ar da Califórnia, departamento do Governo do estado que vela pelas questões ambientais, também se mostrou cauteloso."As reduções de emissões podem ser notadas no processo de refinamento, mas ainda persistem as questões das emissões dos veículos que usa o novo biocombustível", disse o porta-voz Dimitri Stanich.No entanto, acrescentou: "Desejamos sorte (à Sapphire Energy) e esperamos os estudos técnicos que demonstrem o custo e a viabilidade de seus processos de produção". Agencia EFE
terça-feira, 20 de maio de 2008
Cidades e Solucoes
Pensar sustentabilidade, ambiente é sinonimo de vida!
Produção, estudos e proposta viaveis, devemos conhece-las, segue o endereço do programa "Cidades e Solucoes", apresenta iniciativas para um mundo sustentavel, propostas simples, coerentes e aplicaveis.
http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,7493,00.html
Produção, estudos e proposta viaveis, devemos conhece-las, segue o endereço do programa "Cidades e Solucoes", apresenta iniciativas para um mundo sustentavel, propostas simples, coerentes e aplicaveis.
http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,7493,00.html
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
www.climatecrisis.net

Uma "Verdade Inconveniente" o ex-candidato a presidência dos EUA, Al Gore, apresenta sua luta na divulgação e problematização do Aquecimento Global, acredito que todos devemos não somente ver o filme, mas plantar arvores, mudar hábitos, repensar gestos e comportamentos.
Muitas pessoas dizem: devo cuidar das minhas dores imediatas, "nao vou estar vivo quando isso aqui acabar", ou, "ainda vai demorar uns cem anos a gente se transforma também...".
Muitas pessoas dizem: devo cuidar das minhas dores imediatas, "nao vou estar vivo quando isso aqui acabar", ou, "ainda vai demorar uns cem anos a gente se transforma também...".
Pensar o mundo, ou melhor, sua preservação, agir evitando a destruição iminente, é necessário, a consciência da busca pode ser despertada pela busca da consciência.
Não veja somente o documentário, faça uma leitura sua, temos a mania chata de culpar os outros por tudo, não quero ser pessimista, mas o grande culpado pode estar escondido dentro da gente!
Não veja somente o documentário, faça uma leitura sua, temos a mania chata de culpar os outros por tudo, não quero ser pessimista, mas o grande culpado pode estar escondido dentro da gente!
Acesse www.climatecrisis.net
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Concreto ecológico pode deixar obra mais barata
Material desenvolvido no Rio de Janeiro ajuda a reduzir emissão de gás carbônico.Empresários ainda não se interessaram pela produção.
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL306636-9356,00-CONCRETO+ECOLOGICO+PODE+DEIXAR+OBRA+MAIS+BARATA.html
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL306636-9356,00-CONCRETO+ECOLOGICO+PODE+DEIXAR+OBRA+MAIS+BARATA.html
Simon Schama - 1996
“Uma árvore nunca é apenas uma árvore. A natureza não é algo anterior à cultura e independente da história de cada povo. Em cada árvore, cada rio, cada pedra, estão depositados séculos de memória. Mesmo hoje, num mundo urbano invadido pela ciência e pela técnica, podemos constatar a sobrevivência de mitos que, vez por outra, emergem com toda a força primitiva no cotidiano das pessoas.”
Uruguai - Charrua - Gaucho
Nesta apresentação mostramos a transformação do território do Uruguai, desde a nascente do Rio, passando pelo processo de dizimação da etnia Charrua, o invasor que atribui hábitos, modifica a cultura e a paisagem com introdução de cultivos e animais e faz nascer o Gaúcho, finalizando com as lutas de Independência que define o Estado Nacional.
Sopa de Lixo bóia no Pacífico

Uma imensa área no norte do Oceano Pacífico estaria tomada por uma “sopa de lixo” gigante com tamanho que pode ser duas vezes o do território dos Estados Unidos, afirma uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Independent. Segundo a matéria, o imenso depósito de lixo flutuante se estenderia de uma área cerca de 500 milhas náuticas distante da costa da Califórnia, no oeste dos EUA, passaria pelas águas do Havaí, e chegaria quase até o Japão. De acordo com o jornal britânico, a mancha foi descoberta por acaso pelo oceanógrafo americano Charles Moore, que em 1997, durante uma competição de barco à vela optou por um trajeto diferente para cortar o caminho entre Los Angeles e o Havaí. A área, conhecida como “giro pacífico norte” é um local onde oceano circula lentamente devido aos poucos ventos e aos sistemas de pressão extremamente altos que estariam "segurando o lixo". O Independent cita uma entrevista de Moore, em que o oceanógrafo relatou ter ficado “surpreso com a quantidade de lixo com a qual se deparava dia após dia durante a viagem”. “Toda vez que eu ia ao deck via lixo boiando. Como nós conseguimos sujar uma área tão enorme?”, indaga Moore. Ele acredita que 100 milhões de toneladas de lixo estejam flutuando na região. Um quinto dos dejetos – que incluem itens como bolas de futebol, caiaques,
bolsas de plásticos e destroços de naufrágios – seria jogado de plataformas de petróleo e embarcações que passam pelo local. O resto viria do continente. O jornal conta que pouco depois de se deparar com a mancha pela primeira vez, Moore, que é “herdeiro de uma família que fez fortuna com a indústria do petróleo", vendeu seu negócio e se tornou um ativista ambiental, criando a Fundação de Pesquisa Marítima Algalita, baseada nos EUA. Em entrevista ao Independent, o diretor de pesquisa da ONG, Marcus Eriksen, descreveu a aparência da mancha de lixo. “A idéia que as pessoas tinham era que se tratava de uma ilha de lixo plástico sobre a qual se poderia andar. Mas não é bem assim. É quase uma sopa de plastico, uma coisa sem fim que ocupa uma área que pode ser até duas vezes o tamanho dos Estados Unidos”, disse ele ao jornal britânico.(BBC Brasil)
bolsas de plásticos e destroços de naufrágios – seria jogado de plataformas de petróleo e embarcações que passam pelo local. O resto viria do continente. O jornal conta que pouco depois de se deparar com a mancha pela primeira vez, Moore, que é “herdeiro de uma família que fez fortuna com a indústria do petróleo", vendeu seu negócio e se tornou um ativista ambiental, criando a Fundação de Pesquisa Marítima Algalita, baseada nos EUA. Em entrevista ao Independent, o diretor de pesquisa da ONG, Marcus Eriksen, descreveu a aparência da mancha de lixo. “A idéia que as pessoas tinham era que se tratava de uma ilha de lixo plástico sobre a qual se poderia andar. Mas não é bem assim. É quase uma sopa de plastico, uma coisa sem fim que ocupa uma área que pode ser até duas vezes o tamanho dos Estados Unidos”, disse ele ao jornal britânico.(BBC Brasil)Construção em conjunto, compartilhada. Todos podem alterar, corrigir, sugerir, reescrever, acrescentar, retirar, qualquer postagem, apenas mantenha o original e publique a outra versão.
Pois conquanto estejamos habituados a situar a natureza e a percepção humana em dois campos distintos, na verdade elas são inseparáveis. Antes de poder ser um repouso para os sentidos, a paisagem é obra da mente. Compõe-se tanto de camadas de lembrança quanto de estratos de rocha. SCHAMA, Simon. Paisagem e Memória. São Paulo: Cia. das Letras, 1996, p. 17
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