Com você eu quero.
Todos podem alterar, corrigir, reescrever. Apenas conserve a versão anterior e publique a sua. Não esqueça de incorporar seu nome. Resgatar o tempo perdido, usar a ciência como ferramenta, despertar para o renascimento, fornecer opções para preservação do meio.
terça-feira, 9 de março de 2021
COM.VOCÊ
segunda-feira, 8 de março de 2021
Sonhar
Sonhar, na minha opinião, não é fugir da realidade, isso parece impossível. Mas tentar por cor nas ausências, nas carências, nas insatisfações, nas incompreensões da vida.
Pensando bem, o sonho é a distância mais distante de
qualquer realidade, o ato de sonhar carrega ao ponto em que o “eu” reconhece o
difícil, o impossível, o improvável, mas assim mesmo os desafia.
Eu sonhei muitos sonhos, incontáveis. Poucos deles se realizaram,
muito poucos, quase nenhum, pelo menos ainda. Mas, esses poucos que vivi foram especiais, de tanto nem pareciam ser reais.
Eu sei que o sonho pode nunca se realizar, mas ele promete. Promete motivos,
promete sorrisos e um segundo depois outro segundo, terceiro, quarto, para quem
acostumou a esperar o não, sorrisos acompanhados de sim.
Nem sei se o sonho foi feito para
se realizar, tudo o que sei é que o sonho é feito "de" "e" para sonhar e para
se realizar é preciso sonhar.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Artificio
Voar longe é emoção
Maravilha, segredos,
mistério
Um planeta, órbita,
hemisfério
De voar o
coração
Tentar achar razão
na alegria de poder chorar
Liberdade, poder ou não se apaixonar
A pessoa mais
brilhante do planeta
Vai coração
Vai dizer pro
mundo inteiro
Que não tenho
mais jeito
Meu defeito foi
me apaixonar pela rainha de um mundo
Onde eu não posso
entrar
Ser da rosa o
espinho, esse artificio
pra chegar perto
da flor
O meio determina a produção dos fins.
A capacidade da imaginação, criativa e destrutiva, humana se limita a usar os ingredientes disponíveis. Ou seja, o processo criativo depende das bases, conceitos, teorias, definições, compreensões, subsídios, saberes, etc., daquilo já existente.
O inédito, até então, deriva apenas dessa capacidade osmótica de transformar 'substancias’ .
Novo, parece óbvio, é o que deixa o Velho.
Tenho traçado alguns caminhos, caminho entre arvores
sempre iguais,
elas sempre estão lá, as conheço, talvez elas
também me
conheçam, sempre fazem companhia em meu caminho por
entre elas.
Acho que a maioria
das pessoas não entendem bem o
tic-tac da vida,
poucas delas sabem o que é ter os dias mais
curtos, ver a lua
e as estrelas cada dia mais distantes, o valor
que pode conter
cada segundo, a sina, a angustia, a realidade de
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Lei Seca - Tolerância Zero aos Politicos
No entanto, é possível dirigir Município, Estado e mesmo o País, sem qualquer exame de sanidade ou competência. É possível ser investigado ou condenado e mesmo assim assumir o Senado e a Câmara.
É possível ser apadrinhado por pessoas ou partidos que pregam a democracia e instala uma verdadeira ditadura e ser nomeado ministro do Supremo.
Alguma coisa esta certa?
Por qual motivo toda tolerância para quem não é povo?
Politica não é profissão, precisamos de uma reforma politica que respeite a equidade e a Democracia.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Vai trabalhar vagabundo! Política não é profissão
Política não é profissão! Um basta ao clientelismo e a corrupção.
Chega da politica ser caso de policia! Ela deve ser do povo, para o povo e pelo povo.sexta-feira, 8 de julho de 2011
Territorio de Sacrificio ao Deus do Capital: O caso da Ilha da Madeira
Energia Nulcer quem lucra com ela?
O terrível acidente em Fukushima, no Japão, forçou governos em todo o mundo a rediscutir sua relação com a energia nuclear. A rápida e necessária resposta à sociedade incluiu a troca de reatores, o endurecimento dos padrões de segurança, o anúncio do fechamento e até mesmo o desligamento de usinas em diversos países.
Na contramão desse movimento, o Brasil decidiu manter a aposta no risco, apesar de seu abundante potencial para a geração de energia elétrica a partir de fontes solar, eólica e de biomassa. Com a típica falta de transparência que move o Programa Nuclear Brasileiro, tivemos declarações oficiais evasivas em relação ao desastre em território japonês e sobre o futuro dessa energia em nosso país.
A usina Angra 3 está sendo construída com custo superior a R$ 9 bilhões, dos quais 75% dos recursos são provenientes do BNDES e o restante de um consórcio de bancos franceses liderados pelo Société Générale e o BNP Parisbas.
Aqui, vale destacar uma informação: o governo alemão é o garantidor desse crédito. Esse governo, que anunciou o fechamento de suas usinas até 2022, continua exportando tecnologia nuclear e é o principal fiador de nossa emboscada atômica.
A energia nuclear é cara: o preço por tarifa aos consumidores pode sair por US$ 113/MWh contra US$ 74/MWh da energia gerada por biomassa e US$ 82/MWh da eólica. Em relação ao custo de instalação da usina, a nuclear também fica muito acima das renováveis: custa entre US$ 5.000/KW e US$ 6.000/KW, frente a US$ 1.600/KW da biomassa e quase o triplo da eólica (US$ 2.000/KW).
A energia nuclear é perigosa e suja: além de riscos de grandes catástrofes como as de Fukushima ou Chernobyl, produz lixo radioativo que demora milhares de anos para perder seus níveis de radiação.
Mas o governo federal não parece preocupado. O BNDES liberou a primeira parcela de R$ 200 milhões para Angra 3. Recentemente, foi publicada a Lei nº 12.431/2011, que institui o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Usinas Nucleares (Renuclear), que isenta de tributação a importação de tecnologia nuclear.
Precisamos expor as contradições, os riscos e o alto preço que rondam esses investimentos. A maioria da sociedade civil brasileira é contra a energia nuclear, como indica pesquisa do Ibope/Global Win. Exigimos a paralisação de Angra 3 e o fim dos investimentos em usinas nucleares. É preciso mobilizar a sociedade civil para banir de vez essa ameaça, travestida de benesse.
A energia nuclear não é ambiental, social ou economicamente sustentável.
Pedro Henrique Torres - Greenpeace Brasil
quinta-feira, 7 de julho de 2011
A Ilha da Madeira e o toque magico do Mr. X .
A Ilha da Madeira, bairro do município de Itaguaí afunda num mar de lama, produzida pelo toque mágico do Mr. “X”.
As ligações, do Mr. “X” o novo dono do Rio de Janeiro, com o poder publico no mínimo são suspeitas. Ele é tão bonzinho que doa dinheiro a campanhas eleitorais e, pratica tantas ações filantrópicas que nem podemos imaginar. Não convida as pessoas para passear no seu tapete mágico, que é de uso exclusivo, mas como é bonzinho da carona em seu jatinho.
O novo Midas é mesmo fantástico, transforma tudo que toca em ouro. Ao botar os olhos em um pedaço de terra, ela se valoriza em até 20.500%.
Além disso, descobre diamantes, ouro e, petróleo, tudo ao mesmo tempo, isso faz multiplicar sua fortuna. Mas para abrir caminhos e transportar seus bilhões, escava, derruba arvores, aterra o manguezal e, constrói tuneis, tudo isso com licenças que são tiradas de sua cartola preta. O estalar de dedos funciona como o “abre-te Sésamo”, abrindo os cofres do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico, o S esquece.
São tantas peripécias desse mestre dos mágicos que não dá pra contar, na verdade tenho medo! Ele sabe fazer gente desaparecer, la na Ilha ta desaparecendo, pessoas, cobertura verde e animais. Possui uma couraça de aço, tipo a do BatFino, chamam de blindagem.
È, Mr. X também estou precisando de dinheiro, mas não faço acordo com o Mefistófeles, ele cobra um preço alto, e eu não posso pagar. Talvez não signifique muito para o possuidor do toque de Midas, já que o mais importante é ter dinheiro, mas eu prefiro conservar valores, ter a consciência limpa e possuir caráter.
... breve mais desventuras do Mr. X, o mago da multiplicação a partir da subtração.