terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

 Tenho traçado alguns caminhos, caminho entre arvores

sempre iguais, elas sempre estão lá, as conheço, talvez elas

também me conheçam, sempre fazem companhia em meu caminho por

entre elas.

Acho que a maioria das pessoas não entendem bem o

tic-tac da vida, poucas delas sabem o que é ter os dias mais

curtos, ver a lua e as estrelas cada dia mais distantes, o valor

que pode conter cada segundo, a sina, a angustia, a realidade de

não mais vê-las, de não mais viver a vida.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Lei Seca - Tolerância Zero aos Politicos

Tolerância Zero para dirigir veículos automotores. Um grito a responsabilidade e a medida visa reduzir acidentes.
No entanto, é possível dirigir Município, Estado e mesmo o País, sem qualquer exame de sanidade ou competência. É possível ser investigado ou condenado e mesmo assim assumir o Senado e a Câmara.
É possível ser apadrinhado por pessoas ou partidos que pregam a democracia e instala uma verdadeira ditadura e ser nomeado ministro do Supremo.
Alguma coisa esta certa?
Por qual motivo toda tolerância para quem não é povo?
Politica não é profissão, precisamos de uma reforma politica que respeite a equidade e a Democracia.       

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vai trabalhar vagabundo! Política não é profissão

Política não é profissão! Um basta ao clientelismo e a corrupção.

Chega da politica ser caso de policia! Ela deve ser do povo, para o povo e pelo povo.
Mandato limitado já, para acabar com barões, coronéis, dinastias e currais eleitorais enriquecendo vagabundos, drenando e esgotando erário publico, a custa do sofrimento do povo brasileiro.
Vão trabalhar VAGABUNDOS...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Territorio de Sacrificio ao Deus do Capital: O caso da Ilha da Madeira

Documentário produzido pela equipe do projeto de pesquisa ‘A construção compartilhada de cenários exploratórios e prospectivos entre atores envolvidos em conflitos socioambientais – o caso do passivo ambiental da
Companhia Mercantil e Industrial Ingá’, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz).

Energia Nulcer quem lucra com ela?

O terrível acidente em Fukushima, no Japão, forçou governos em todo o mundo a rediscutir sua relação com a energia nuclear. A rápida e necessária resposta à sociedade incluiu a troca de reatores, o endurecimento dos padrões de segurança, o anúncio do fechamento e até mesmo o desligamento de usinas em diversos países.


Na contramão desse movimento, o Brasil decidiu manter a aposta no risco, apesar de seu abundante potencial para a geração de energia elétrica a partir de fontes solar, eólica e de biomassa. Com a típica falta de transparência que move o Programa Nuclear Brasileiro, tivemos declarações oficiais evasivas em relação ao desastre em território japonês e sobre o futuro dessa energia em nosso país.


A usina Angra 3 está sendo construída com custo superior a R$ 9 bilhões, dos quais 75% dos recursos são provenientes do BNDES e o restante de um consórcio de bancos franceses liderados pelo Société Générale e o BNP Parisbas.


Aqui, vale destacar uma informação: o governo alemão é o garantidor desse crédito. Esse governo, que anunciou o fechamento de suas usinas até 2022, continua exportando tecnologia nuclear e é o principal fiador de nossa emboscada atômica.


A energia nuclear é cara: o preço por tarifa aos consumidores pode sair por US$ 113/MWh contra US$ 74/MWh da energia gerada por biomassa e US$ 82/MWh da eólica. Em relação ao custo de instalação da usina, a nuclear também fica muito acima das renováveis: custa entre US$ 5.000/KW e US$ 6.000/KW, frente a US$ 1.600/KW da biomassa e quase o triplo da eólica (US$ 2.000/KW).


A energia nuclear é perigosa e suja: além de riscos de grandes catástrofes como as de Fukushima ou Chernobyl, produz lixo radioativo que demora milhares de anos para perder seus níveis de radiação.


Mas o governo federal não parece preocupado. O BNDES liberou a primeira parcela de R$ 200 milhões para Angra 3. Recentemente, foi publicada a Lei nº 12.431/2011, que institui o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Usinas Nucleares (Renuclear), que isenta de tributação a importação de tecnologia nuclear.


Precisamos expor as contradições, os riscos e o alto preço que rondam esses investimentos. A maioria da sociedade civil brasileira é contra a energia nuclear, como indica pesquisa do Ibope/Global Win. Exigimos a paralisação de Angra 3 e o fim dos investimentos em usinas nucleares. É preciso mobilizar a sociedade civil para banir de vez essa ameaça, travestida de benesse.


A energia nuclear não é ambiental, social ou economicamente sustentável.

Pedro Henrique Torres - Greenpeace Brasil


quinta-feira, 7 de julho de 2011

A Ilha da Madeira e o toque magico do Mr. X .

A Ilha da Madeira, bairro do município de Itaguaí afunda num mar de lama, produzida pelo toque mágico do Mr. “X”.

As ligações, do Mr. “X” o novo dono do Rio de Janeiro, com o poder publico no mínimo são suspeitas. Ele é tão bonzinho que doa dinheiro a campanhas eleitorais e, pratica tantas ações filantrópicas que nem podemos imaginar. Não convida as pessoas para passear no seu tapete mágico, que é de uso exclusivo, mas como é bonzinho da carona em seu jatinho.

O novo Midas é mesmo fantástico, transforma tudo que toca em ouro. Ao botar os olhos em um pedaço de terra, ela se valoriza em até 20.500%.

Além disso, descobre diamantes, ouro e, petróleo, tudo ao mesmo tempo, isso faz multiplicar sua fortuna. Mas para abrir caminhos e transportar seus bilhões, escava, derruba arvores, aterra o manguezal e, constrói tuneis, tudo isso com licenças que são tiradas de sua cartola preta. O estalar de dedos funciona como o “abre-te Sésamo”, abrindo os cofres do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico, o S esquece.

São tantas peripécias desse mestre dos mágicos que não dá pra contar, na verdade tenho medo! Ele sabe fazer gente desaparecer, la na Ilha ta desaparecendo, pessoas, cobertura verde e animais. Possui uma couraça de aço, tipo a do BatFino, chamam de blindagem.

È, Mr. X também estou precisando de dinheiro, mas não faço acordo com o Mefistófeles, ele cobra um preço alto, e eu não posso pagar. Talvez não signifique muito para o possuidor do toque de Midas, já que o mais importante é ter dinheiro, mas eu prefiro conservar valores, ter a consciência limpa e possuir caráter.

... breve mais desventuras do Mr. X, o mago da multiplicação a partir da subtração.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Laboratorio Territorial de Manguinhos - www.conhecendomanguinhos.fiocruz.br

Entre no site do LTM e conheça Manguinhos, ajude a escrever a historia.
www.conhecendomanguinhos.fiocruz.br

Mangarça - Fazendo animação para a saúde e cidadania



Mangarça, um ilustre representante do que restou do estuario de Manguinhos, sobrou o que?
Um mangue arrasado, um canal arruinado, rios que secaram e receberam aguas improprias para o uso, de seu leito sobrou o que??
Mangarça é um grito, um ECO, aquela voz propogando no ar querendo se fazer ouvir... Eco.. a repeticao, o apelo, a critica.
Nesse habitat nao ha mais vida, ou pouca, porem existem testemunhas, garças adaptaveis e resistentes as precarias condicoes que apresenta a area arruinada.

Conheça o Mangarça: www.synfig-br.org/mangarca/

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Voce conhece o FICA?

FICA: ação que combina história, cultura, meio ambiente e cidadania
A Cidade de Goiás transforma-se, a cada mês de junho, em um grande palco, agora, para viver mais uma edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica).
Idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, o Fica despontou em 1999 como marco de um novo momento da cultura em Goiás, sob a coordenação geral do cineasta João Batista de Andrade. A pouco mais de dois meses da data de sua realização (2 a 6 de junho de 1999), João Batista produziu o regulamento, estabeleceu a premiação – cada prêmio homenageia uma personalidade da cultura goiana - e criou o formato final do festival, entre outras providências.
leia mais
http://www.fica.art.br/estatico_programacao_x_fica.php

Tijolo de Marisco

O que antes era considerado um resíduo para o meio ambiente será a matéria-prima e uma solução ambiental para o ecossistema e para a construção civil. Planejado como um projeto transformador na destinação final das cascas de mariscos, a Fundação do Meio Ambiente, em parceria com a empresa Blocaus, estará lançando o "Bloco Verde". Esse bloco ecológico será constituído do pó da casca do marisco (através de sua trituração), que é basicamente composto por carbonato de cálcio, o principal elemento presente no mármore. A novidade promete revolucionar até o setor da construção civil, já que se trata de um material ecologicamente correto, mais resistente e mais econômico do que o bloco convencional. A solenidade de lançamento do Projeto Bloco Verde acontecerá na próxima quinta-feira, 05 de junho, às 09h30min, na Escola do Mar (Serraria) – São José/SC.
http://www.deolhonailha.com.br/internas.php?cod_canal=35